CUIABÁ

MATO GROSSO

Hospital Central será entregue em 2024 após Governo de MT retomar obra parada há mais de 30 anos

Publicados

MATO GROSSO

A obra do Hospital Central de Alta Complexidade, localizado em Cuiabá, está 92% executada e a unidade deve entrar em operação no segundo semestre de 2024. A estrutura, que ficou abandonada por 34 anos, será dedicada às demandas de alta complexidade em saúde e receberá investimento de R$ 184,5 milhões exclusivamente na construção da parte física.

O Hospital Central foi reprojetado pelo Governo de Mato Grosso e está sendo executado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT). A parte antiga do prédio tinha 9 mil m² e foi ampliada em 23 mil m²; totalizando 32 mil m² de área construída.

“O Hospital Central será o melhor hospital de Mato Grosso. Nem mesmo os hospitais particulares vão conseguir chegar perto em termos de qualidade e estrutura. A nossa população terá um atendimento hospitalar à altura, depois de tantas décadas que esse prédio ficou abandonado”, disse o governador Mauro Mendes.

Para o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, a conclusão das obras do Hospital Central será um feito histórico para Mato Grosso. “Estamos muito próximos de inaugurar uma unidade que ficou abandonada por 34 anos em nosso estado, na nossa capital, e de tornar esse sonho uma realidade para todos os mato-grossenses que precisam de assistência. O Hospital Central terá o que há de melhor e mais moderno na área da saúde e será referenciado para a alta complexidade”, avaliou o gestor.

Leia Também:  Cinco delegacias da Capital são instaladas em novo e moderno prédio

Por mês, a unidade terá capacidade para oferecer 1.990 internações, 652 cirurgias, 3.000 consultas especializadas e 1.400 exames. O novo projeto prevê 10 salas cirúrgicas, 60 leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 230 leitos de enfermaria.

Além disso, a unidade de alta complexidade vai dispor um total de 290 leitos voltados para o atendimento de toda a população mato-grossense.

Entre as especialidades previstas para o Hospital Central estão cardiologia, neurologia, vascular, ortopedia, otorrinolaringologia, urologia, ginecologia, infectologia e cirurgia geral.

A secretária adjunta de Infraestrutura e Tecnologia da Informação da SES, Mayara Galvão, explicou que a obra entrou na fase final e segue avançando na aplicação de acabamentos. “Essa foi uma obra que avançou muito em 2023 e já estamos executando a fase dos acabamentos. Esse é um projeto reelaborado 100% pela equipe de obras da SES e utilizamos o que há de mais moderno e tecnológico em saúde neste grande projeto”, afirmou.

Até o momento, já foram lançados cerca de 18 editais por meio de Pregão Eletrônico para a aquisição de equipamentos e mobiliário para o novo hospital.

Leia Também:  Polícia Militar realiza oitava edição da Corrida do Bope em Cuiabá neste fim de semana

Mais cinco novos hospitais

Além o Hospital Central, o Governo do Estado constrói outros cinco hospitais em Mato Grosso. Um deles é o novo Hospital Universitário Júlio Müller, localizado na MT-040, estrada que liga Cuiabá ao município de Santo Antônio de Leverger. A construção da unidade é executada pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) e já está 55% concluída.

O investimento total é de R$ 221,1 milhões, dividido entre Estado e União, já que a obra é resultado de um convênio firmado entre o Estado e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

As outras quatro unidades em construção são os Hospitais Regionais de Tangará da Serra, Juína, Alta Floresta e do Araguaia, em Confresa.

Com investimento previsto em R$ 477 milhões pela SES, as obras avançam no interior do estado e têm previsão de conclusão para a partir de 2024. As unidades irão preencher vazios assistenciais na saúde em Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Wilson Santos propõe túnel para travessia segura de capivaras entre Parque das Águas e ALMT

Publicados

em

Já se tornou comum deparar com grupos de capivaras nos gramados e chafariz da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Os registros frequentemente chamam a atenção de servidores, visitantes e parlamentares, além de renderem imagens curiosas compartilhadas nas redes sociais. Essa presença inspirou o deputado estadual Wilson Santos (PSD) a propor o Projeto de Resolução nº 428/2024 que prevê a criação de passagens subterrâneas (ecodutos) destinadas à travessia segura de pequenos animais entre o Parque das Águas e a Casa de Leis.

O projeto foi apresentado em 2024 e aprovado em primeira votação no último dia 19 de maio. Ele agora cumpre pauta de cinco sessões para voltar à apreciação do plenário. 

Conforme o parlamentar, a medida vai além da proteção animal e, também, representa um investimento em segurança viária. “Com a aplicação da passagem subterrânea, além da proteção dos animais, especialmente das capivaras, serão evitados diversos acidentes provocados quando motoristas precisam desviar dos animais durante a travessia. Precisamos adotar medidas concretas para preservar a vida animal e oferecer mais segurança à população”, destacou.

Leia Também:  Setasc capacita profissionais que irão operar o Programa SER Família Mulher nos municípios

Um dos momentos que mais despertou atenção da população foi quando um grupo de capivaras foi flagrado no chafariz da ALMT como uma verdadeira “piscina”. Enquanto algumas se refrescavam na água, outras aproveitavam a grama do local para se alimentar. A cena reforçou a necessidade de medidas que garantam a convivência harmoniosa entre o ambiente urbano e a fauna silvestre.

Projeto –A passagem subterrânea deverá ser construída sob a camada asfáltica que separa o Parque das Águas da Assembleia Legislativa, permitindo que os animais realizem a travessia sem precisar cruzar a pista de veículos. A estrutura poderá ser executada em concreto armado, material cerâmico ou outro elemento que apresente resistência e segurança adequadas.

Wilson ressalta ainda que a iniciativa atende a uma preocupação crescente com a preservação ambiental em áreas urbanizadas. Para ele, a instalação das passagens subterrâneas representa uma solução prática e sustentável para reduzir a mortalidade da fauna local e fortalecer a consciência de proteção ao meio ambiente.

Caso aprovada, a proposta poderá transformar a região em uma referência de convivência entre desenvolvimento urbano, mobilidade e preservação da biodiversidade, garantindo que as capivaras tenham uma rota segura para circular entre os dois espaços.

Leia Também:  MPMT requer soluções para minimizar transtornos causados por obras



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA