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Governo de MT envia equipe da Defesa Civil a Cotriguaçu para apoio após chuvas intensas

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O Governo de Mato Grosso já determinou que uma equipe da Defesa Civil do Estado siga para Cotriguaçu (a 950km de Cuiabá), na manhã desta quarta-feira (21.1), a fim de auxiliar o município em razão das chuvas intensas registradas nesta semana.

Para garantir agilidade no deslocamento da equipe, a ação conta com apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o volume de chuva acumulado em Cotriguaçu nas últimas 24 horas atingiu 93 milímetros, e há previsão de continuidade das chuvas, com acumulado de pelo menos mais 80 milímetros nos próximos três dias.

Desde as primeiras horas da chuva, registrada na terça-feira (20), a Defesa Civil do Estado já vinha auxiliando o município com orientações técnicas para o levantamento de danos e apoio à população, e mantém o monitoramento contínuo da situação em Cotriguaçu.

Nesta quarta-feira, a equipe da Coordenadoria de Operações da Defesa Civil vai auxiliar o município na decretação de situação de emergência e no levantamento de danos.

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A previsão é de que um caminhão com materiais de assistência emergencial seja encaminhado ao município ainda nesta quarta-feira (21), para atendimento às famílias afetadas.

O Governo do Estado segue monitorando a situação, com o objetivo de garantir resposta rápida, minimizar danos e assegurar o atendimento à população.

Fonte: Governo MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

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Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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