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Rosy Prado minimiza crise envolvendo portaria da Câmara e reforça diálogo com o presidente Wanderley Cerqueir

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A vereadora Rosy Prado minimizou a crise política criada em torno da portaria da Câmara Municipal de Várzea Grande, alvo de críticas do vereador Caio Cordeiro, durante entrevista concedida ao podcast PodMT de Fato.

Segundo a parlamentar, a medida não impediu o funcionamento de seu gabinete nem o atendimento à população. Rosy afirmou que continuou realizando normalmente suas atividades e destacou que o sistema adotado pela Câmara é presidencialista, cabendo à presidência conduzir determinadas decisões administrativas da Casa.

Durante a entrevista, a vereadora também fez questão de reforçar a relação institucional com o presidente da Câmara, Wanderley Cerqueira. De acordo com ela, existe um diálogo permanente entre os dois, sem qualquer dificuldade de comunicação.

“Nós conversamos bastante e tenho um bom diálogo com o presidente. Não tenho dificuldade alguma de conversar com o Wanderley”, declarou.

Rosy Prado ainda confirmou que assinou a portaria que acabou gerando toda a controvérsia envolvendo Caio Cordeiro. Apesar disso, procurou reduzir a dimensão do conflito político criado em torno do tema e evitou tratar a situação como um impasse institucional dentro do Legislativo municipal.

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A declaração ocorre em meio ao embate público protagonizado por Caio Cordeiro, que tem intensificado sua atuação política e é apontado como pré-candidato a deputado federal. Nos últimos dias, o vereador vinha utilizando o episódio da portaria como uma das principais críticas à atual condução administrativa da Câmara.

Ao adotar um tom conciliador, Rosy Prado sinalizou alinhamento com a presidência da Casa e buscou afastar a ideia de que a medida tenha provocado prejuízos generalizados aos gabinetes parlamentares.

Com isso, a entrevista ao PodMT de Fato acabou servindo como um contraponto às críticas feitas por Caio Cordeiro, reforçando a narrativa de que a portaria não comprometeu o funcionamento dos gabinetes e que o diálogo entre a presidência e parte dos vereadores segue preservado.

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Alessandro Moreira afirma que Câmara já autorizou mais de R$ 155,6 milhões em alterações orçamentárias e rebate críticas sobre demora na tramitação de projetos

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O vereador Alessandro Moreira afirmou, durante sessão da Câmara Municipal de Várzea Grande, que o Legislativo já autorizou mais de R$ 155.634.535,19 em alterações orçamentárias ao longo de 2026 e rebateu críticas de que a Casa estaria impedindo o andamento de projetos encaminhados pelo Executivo Municipal.

Segundo o parlamentar, os questionamentos sobre novas alterações no orçamento envolvem uma discussão que ultrapassa a competência do Legislativo, já que parte do tema está sendo analisada pela Justiça por meio de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn), solicitado pelo próprio Executivo municipal, impedindo assim qualquer ação do legislativo.

Durante o pronunciamento, Alessandro apresentou um levantamento dos valores já autorizados pela Câmara. De acordo com ele, a Lei Orçamentária Anual (LOA) prevê um orçamento de R$ 2,037 bilhões para o município. Além disso, os vereadores aprovaram um remanejamento de 5% do orçamento, equivalente a aproximadamente R$ 102 milhões.

O parlamentar destacou ainda que outras leis aprovadas pelo Legislativo autorizaram créditos e alterações orçamentárias que, somadas, elevam o total já autorizado para R$ 155.634.535,19, reforçando que a Câmara tem dado respaldo às necessidades de gestão financeira do Executivo.

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Alessandro também lembrou que a prefeita possui autorização para realizar remanejamentos internos por decreto, desde que respeitados os limites estabelecidos pela legislação vigente.

Ao abordar os projetos que ainda tramitam na Câmara, o vereador informou que as propostas em análise representam cerca de R$ 475 milhões em novas alterações orçamentárias. Entre elas estão os Projetos de Lei nº 124, 152, 174, 175 e 178.

Caso todas as matérias sejam aprovadas, o volume de recursos movimentados por meio de alterações orçamentárias poderá atingir aproximadamente R$ 588,6 milhões, o que corresponde a cerca de 28,89% do orçamento total do município.

Durante a sessão, Alessandro reforçou que parte do impasse envolvendo essas alterações está judicializada a pedido do Poder Executivo e não pode ser atribuída exclusivamente ao Poder Legislativo.

“Isso não é a Câmara Municipal que está travando. É preciso reunir as partes e buscar uma deliberação sobre a questão. Essa é a verdade dos fatos”, afirmou.

Ao finalizar sua fala, o vereador defendeu que o debate sobre as finanças públicas seja conduzido com transparência, responsabilidade e baseado em dados técnicos e nos números oficiais do orçamento municipal.

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