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Evento “Movimento Paz e Conciliação” será realizado em Rondonópolis de 4 a 8 de novembro

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O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da Comarca de Rondonópolis, sob coordenação do juiz Wanderlei José dos Reis, promove de 4 a 8 de novembro o evento “Movimento Paz e Conciliação”, realizando várias ações e projetos entregues à sociedade local no âmbito do sistema autocompositivo e da Justiça restaurativa, em parceria com o Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur) e Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), do Tribunal de Justiça. 
 
O evento contará com a participação da presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, do desembargador Mário Roberto Kono de Oliveira, coordenador do Nupemec, do juiz coordenador do Cejusc de Rondonópolis, Wanderlei José dos Reis e do prefeito José Carlos do Pátio.
 
 A programação começa no dia 4, às 8h, com a solenidade de certificação dos facilitadores dos círculos de construção de paz do município, que será realizada no Tribunal do Júri do Fórum de Rondonópolis. 
 
Às 10h, será realizada a premiação do Projeto “Prêmio Acadêmico de Conciliação”, iniciativa do Cejusc local, seguida da solenidade de assinatura dos Termos de Cooperação Técnica sobre mutirão fiscal e colaboração com o Procon municipal, entre o Nupemec, Cejusc e o Município de Rondonópolis, também no Tribunal do Júri. 
 
No período da tarde, às 15h, será ministrada a palestra “Judiciário e Lojistas: entenda o papel do Poder Judiciário de Mato Grosso em reaver, de forma simples, ativos de lojistas”, pelo desembargador coordenador do Nupemec, Mário Kono. A palestra será realizada no auditório da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Rondonópolis.
 
Ainda no mesmo dia, às 19h, o desembargador coordenador do NUPEMEC ainda ministrará palestra aos acadêmicos da universidade Anhanguera, no auditório do prédio Ministério Público, tratando do seguinte tema: “Métodos Autocompositivos na Resolução de Conflitos”. 
 
Também, no dia 7 de novembro, às 19h, será ministrada uma palestra sobre o sistema multiportas e a autocomposição a acadêmicos da Faculdade Fasipe, pelo juiz coordenador do Cejusc Rondonópolis, Wanderlei José dos Reis, na própria faculdade. 
 
O “Movimento Paz e Conciliação em Rondonópolis” coincide com a 19ª Semana Nacional de Conciliação em todo o Poder Judiciário brasileiro e, só no Cejusc local, estão ainda previstas mais de 300 audiências de conciliação e de mediação, englobando também um mutirão de audiências com a Cooperativa Sicredi Integração. 
 
O juiz coordenador do CEJUSC, Wanderlei José dos Reis, sintetizou a importância do movimento para a comarca: “trata-se de um grande movimento em que o Poder Judiciário de Mato Grosso e Cejusc local reúnem esforços para implementação de novas políticas de pacificação para Rondonópolis, somando àquilo que vem sendo se consolidando em todo Estado. Teremos a implantação da Justiça Restaurativa em toda a rede pública local e várias outras ações. Temos a certeza de que essas iniciativas serão benéficas e estamos satisfeitos em poder colaborar com essa tarefa”. 
 
#Paratodosverem 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: arte gráfica digital vertical com a logo da gestão, fundo terracota e uma planta germinando na terra. Ao centro, o nome do evento “Movimento Paz e Conciliação”, acima, a logo Semear a Paz, Fortalecer a Justiça 2023|2024. Uma faixa preta escrito “em Rondonópolis/MT De 4 a 8 de novembro de 2024. Realização: Nugjur, Cejusc e Nupemec. 
 
Mylena Petrucelli 
Coordenadoria de Comunicação do TJMT 
imprensa@tjmt.jus.br
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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