MATO GROSSO
Escolas da Rede Estadual se transformam em espaços de convivência e diversão para pais e alunos aos sábados
MATO GROSSO
Aos sábados, escolas da Rede Estadual de Mato Grosso se transformam em verdadeiros centros de convivência e diversão. O projeto Escola da Família, que começou em 2024 e tem a primeira-dama Virginia Mendes como madrinha, oferece aos estudantes uma variedade de atividades recreativas que vão além da sala de aula e promove a interação entre alunos, pais e a comunidade.
Segundo o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, os jovens podem se envolver em esportes como vôlei, basquete, ping-pong e futsal, ou participar de jogos de mesa como xadrez e dama.
“Para quem busca uma experiência mais relaxante, há hidroginástica e recreação na piscina. A diversidade de opções inclui também oficinas de judô, tricô, design de unhas e capoeira, permitindo que cada um encontre a sua forma de diversão mais adequada”, destacou.
A primeira-dama Virginia Mendes destaca a importância dessa iniciativa para criar um ambiente de bem-estar, integração e inclusão.
“O Projeto Escola da Família é uma oportunidade valiosa para fortalecer laços familiares e comunitários, criando um espaço onde todos se sintam bem-vindos e acolhidos. Como mãe e cidadã, sinto que o projeto vai impactar as vidas das pessoas e proporcionar novas e boas perspectivas. Sem contar que ver crianças e jovens se divertindo e aprendendo em um ambiente acolhedor me enche de esperança e alegria”, falou.
Para Virginia Mendes, a Escola da Família é um momento em que não apenas os alunos, mas toda a comunidade se une, compartilhando experiências e criando memórias que ficarão para sempre. “Acredito que, juntos, estamos construindo um futuro mais solidário e conectado para nossas crianças, o nosso futuro”, disse.
Adriano Soares da Cruz, morador do bairro Ilza Picolli, em Cuiabá, é pai de um aluno no Colégio Estadual Integrado (CEI-01) Victorino Monteiro da Silva e participante das atividades de hidroginástica. “Meu filho também ficou muito feliz com tudo o que está acontecendo. Que Deus abençoe sempre vocês e todos que estão à frente desse trabalho tão lindo e importante para todos nós”, avaliou.
Raiane Monteiro, tia de um estudante da CEI 01, relatou a importância do projeto não apenas para os alunos, mas também para as famílias. “É muito importante esse projeto porque nessa região não tinha nada. Esse momento de lazer, ensino e interação com outras crianças é fundamental, além de ser uma forma de se conectar e participar ativamente do aprendizado dos nossos jovens”, disse.
Expansão para 2025
Segundo a Gestora da Política de Bem-Estar da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Emanoela Cardoso, o projeto piloto teve a participação de 10 escolas em 2024. Nesse ano, o Escola da Família ampliou sua atuação para 30 unidades, alcançando escolas em diversas regiões do Estado.
“A expansão reforça o compromisso de unir esforços e fortalecer os laços entre a escola e a comunidade, criando um futuro mais colaborativo e humano para todos”, disse Emanoela Cardoso.
Escolas Participantes em Cuiabá e Várzea Grande
• Colégio Estadual Integrado – CEI 01 – Victorino Monteiro da Silva
• EE Eliane Digigov Santana
• EE Diva Hugueney de Siqueira Bastos
• Colégio Estadual Integrado – CEI 02 – João Crisóstomo
• EE Rafael Rueda
• EE Ernandy Maurício Baracat de Arruda
• EE Deputado Milton Figueiredo
• EE Prof. Marlene Marques de Barros
• EE Deputado Milton Figueiredo
• EE Jaime Verissimo de Campos Junior (Jaiminho)
• EE Prof. Elizabeth Maria Bastos Mineiro
Expansão para 2025
• EE Cleufa Hubner (Sinop)
• EE Mário Spinelli (Sorriso)
• EE Dom Bosco (Lucas do Rio Verde)
• EE Pedro Alberto Tayano (Tangará da Serra)
• EE 29 DE NOVEMBRO (Tangará da Serra)
• EE Andre Antonio Maggi (Sapezal)
• EE Patriarca da Independência (Distrito de Progresso)
• EE Militar Dom Pedro II Vitória Furlani da Riva (Alta Floresta)
• EE Cecilia Meireles (Alta Floresta)
• EE Neide Enara (Nova Monte Verde)
• EE Militar Dom Pedro II Andre Antonio Maggi (Rondonópolis)
• EE Nilce Maria Magalhães (Diamantino)
• EE São José do Rio Claro (São José do Rio Claro)
• EE José Aparecido Ribeiro (Nova Mutum)
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore
O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.
O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.
“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.
O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.
Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.
Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.
No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.
Na prática, isso significa que a Câmara não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.
O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.
“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.
A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.
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