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Nota de repudio do Superintendente de assuntos indígenas Agnaldo Santos

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A equipe de assessoria de mídia do superintendente de assuntos indigenas do Estado de Mato Grosso, publicou na manhã desta quinta-feira (11) em sua conta de Instagram pessoal uma nota de repudio ao caso de agressão a crianças xavante no municipio de Pontal do Araguaia.

Leia na integra:

O Superintendente de Assuntos Indígenas do Governo do estado de Mato Grosso, o senhor Agnaldo Santos, vem por meio deste  manifestar seu profundo repúdio ao ato inaceitável de violência cometido contra três crianças  (5, 6 e 8 anos) da etnia Xavante na cidade de Pontal do Araguaia. 

Consideramos este caso uma violação gravíssima dos direitos humanos fundamentais, que fere a dignidade e a integridade das crianças envolvidas. Expressamos nosso total apoio às famílias das vítimas e nos colocamos à disposição para colaborar no que for preciso, a fim de garantir que os responsáveis por este triste ato sejam identificados e punidos com conforme a lei.

Reafirmamos nosso compromisso com a defesa dos direitos dos povos indígenas, promovendo políticas que assegurem sua proteção e respeito. É essencial que a sociedade e as autoridades atuem juntas para prevenir e repudiar toda forma de violência e discriminação, promovendo uma cultura de paz e inclusão.

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Continuaremos vigilantes e ativos na busca por justiça e por um ambiente onde todas as crianças, independentemente de sua origem, possam viver com segurança e dignidade.

Atenciosamente,

Agnaldo Santos  

Superintendente de Assuntos Indígenas  

Governo do Estado de Mato Grosso

Imagens da conta pessoal

 

Fonte Assessoria

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Manifestações tomam conta das ruas de Belém na COP30

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Fotos José Rui Galvão/Mídia Indígena Oficial

Na manhã deste sábado (15), Belém foi palco de uma das maiores mobilizações populares já registradas durante a COP30. Mais de 20 mil pessoas — entre indígenas, quilombolas, ativistas ambientais, profissionais da saúde, pesquisadores, estudantes e apoiadores — tomaram as ruas da capital paraense pedindo a revogação do decreto N° 12.600/2025, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e cobrando medidas urgentes como a demarcação de terras indígenas e avanços nas políticas de crédito de carbono.

A marcha, descrita por participantes como histórica, ganhou ainda mais força com a adesão de representantes de diversos países presentes no evento global do clima. De acordo com manifestantes ouvidos pela nossa equipe, o ato foi marcado pela união entre povos originários, movimentos sociais e observadores internacionais, todos em defesa da vida e da proteção ambiental.

Fotos José Rui Galvão/Mídia Indígena Oficial

Nossa equipe conversou com indígenas do Mato Grosso que participam diretamente da marcha. Segundo eles, o movimento está “gigantesco e global”, com a presença de “indígenas, não indígenas e estrangeiros caminhando lado a lado”.

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Entre as lideranças presentes, a Darlene Yamalo Taukane, da etnia Bakairi, do município de Paranatinga, relatou emocionada a importância de viver esse momento. No instante da entrevista, ela chegava ao ponto de concentração final da marcha.

“Eu estou muito feliz por estar aqui e viver esse momento onde todos os povos estão podendo reivindicar a todos os povos da Terra água limpa, oceano limpo, mais floresta em pé. Tudo isso está sendo o motivo da manifestação, pela qualidade de vida do planeta”, afirmou Taukane.

Ela destacou ainda o aprendizado proporcionado pela marcha.

“Eu aprendi muito hoje. Eu pude chegar e ficar na frente, tive a oportunidade de ouvir toda a caminhada até chegar ao carro dos povos indígenas. Aprendi muito hoje nessa marcha”, disse.

Fotos José Rui Galvão/Mídia Indígena Oficial

Diversas lideranças indígenas do Mato Grosso também acompanham o ato presencial e à distância, fortalecendo a mobilização por meio das redes sociais. A expectativa é que a marcha influencie debates e decisões dentro da COP30, reforçando a urgência de políticas que protejam povos tradicionais e garantam a preservação ambiental.

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A manifestação segue repercutindo nacional e internacionalmente, consolidando-se como um dos momentos mais marcantes do evento climático em Belém.

Acesse o Decreto N° 12.600/2025 AQUI

 

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