CUIABÁ

ENTRETENIMENTO

Irmã de Bruna Biancardi se casa e revela sexo do primeiro filho durante cerimônia

Publicados

ENTRETENIMENTO

A influenciadora Bianca Biancardi, irmã de Bruna Biancardi, se casou neste domingo (3), com Bruno Hernandes em uma cerimônia marcada por emoção e surpresas. O evento reuniu familiares e amigos em um momento especial que celebrou não apenas a união do casal, mas também uma nova fase em suas vidas.

Durante o casamento, os noivos aproveitaram a ocasião para realizar o chá revelação do primeiro filho. Em meio à cerimônia, balões foram estourados e revelaram a cor azul, indicando que o casal está à espera de um menino, arrancando aplausos e reações emocionadas dos convidados.

O momento foi compartilhado nas redes sociais por Bruna, que registrou a surpresa e comemorou a novidade com entusiasmo. “Vou ser titia de menino”, escreveu, celebrando a chegada do novo integrante da família e encantando os seguidores com a cena especial. Confira:



TOP FAMOSOS

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Gracyanne Barbosa é pedida em namoro por empresário: 'Surpresa romântica e especial'
Propaganda

CURIOSIDADES

Especialista detalha impactos do futebol no comportamento

Publicados

em

Uma pesquisa divulgada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) revelou que 78% dos entrevistados torcem para algum time brasileiro. Dentre estes, 47% disseram assistir a pelo menos um jogo por semana. A pesquisa aponta ainda que 77% das pessoas consomem futebol pela TV aberta, TV fechada, rádio ou streaming.

Entre os dias 11 de junho e 19 de julho de 2026, torcedores do mundo inteiro poderão acompanhar seus respectivos times no maior torneio, a Copa do Mundo. A edição de 2026 será a primeira da história com 48 seleções participantes. Serão 104 partidas disputadas ao longo de pouco mais de um mês. Mas, com a grande quantidade de partidas, como funciona a cabeça de um torcedor?

De acordo com Erica Oliveira, gestora pedagógica e franqueada do Supera (Estimulação Cognitiva), “noventa minutos de futebol podem parecer apenas vinte e duas pessoas correndo atrás de uma bola. Para quem torce, porém, esse intervalo de tempo representa uma das experiências mais intensas e complexas que o sistema nervoso humano pode vivenciar”.

Leia Também:  Prefeitura de Cuiabá terá ponto facultativo no Carnaval e na Quarta-feira de Cinzas

Segundo a gestora pedagógica, o primeiro grande fenômeno cerebral que ocorre durante uma partida está ligado à empatia motora. Através de uma rede especializada de células chamadas neurônios-espelho, o cérebro espelha as ações que vemos em campo. “Quando o atacante arranca em velocidade ou o goleiro salta para fazer uma defesa milagrosa, as áreas motoras do córtex do torcedor são ativadas como se ele próprio estivesse executando o movimento”, explica Erica Oliveira.

É essa simulação invisível que faz inclinar o corpo na direção da jogada, chutar o ar involuntariamente na sala de estar ou saltar da cadeira. O cérebro, literalmente, entra em campo. “Além dessa conexão motora, o futebol funciona como uma sofisticada ginástica cognitiva. Acompanhar o esporte exige o tempo todo o recrutamento do córtex pré-frontal, a área responsável pelo pensamento analítico e estratégico. Avaliar substituições, prever cenários táticos e calcular probabilidades de classificação são exercícios intelectuais de alto nível”, destaca Erica Oliveira.

Durante os noventa minutos, o cérebro vivencia uma montanha-russa química controlada. A iminência de uma derrota ou o aperto na defesa disparam o cortisol e a adrenalina, colocando o organismo em estado de alerta. “Quando o gol finalmente acontece, o sistema de recompensa é inundado por uma descarga maciça de dopamina e endorfinas, gerando uma sensação catártica de alívio e prazer absoluto. Esse ciclo permite que o indivíduo experimente e processe emoções extremas em um ambiente seguro e simbólico”, conta a franqueada do Supera.

Leia Também:  Nicole Bahls posa de biquíni em clima brasileiro após vitória da Seleção

Para finalizar, Erica salienta que o maior trunfo do futebol para a saúde mental reside na conectividade social. O cérebro humano evoluiu para buscar o pertencimento a grupos. Ao compartilhar o amor por um clube, seja cantando em um estádio lotado ou trocando mensagens em um aplicativo, o organismo libera altas doses de oxitocina, o hormônio dos vínculos sociais. “Essa neuroquímica reduz os estados inflamatórios do cérebro, combate o isolamento e atenua os sintomas de ansiedade e depressão. Portanto, ao vestir a camisa e celebrar o seu time, saiba que você não está apenas apoiando um clube, mas oferecendo ao seu cérebro um poderoso banho de vitalidade, proteção e felicidade”.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA