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Esposa de Wolfsburg Moritz Jenz, revela que foi atacada em estádio: ‘Traumática’

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A cantora Steffani Jenz, esposa do zaqueiro do Wolfsburg Moritz Jenz, revelou que não conseguia dormir após passar por momentos de tensão ao ser atacada no estádio em que foi assistir a um jogo do companheiro.

Na ocasião, ela acompanhava a partida entre Wolfsburg fora de casa, contra o Union Berlin, com o filho no colo. Ainda no primeiro tempo, percebendo que a criança queria mamar, se dirigiu à área familiar do estádio.

Sentada em uma mesa, um homem que ela diz estar na faixa dos 70 anos, se aproximou exigindo que ela fosse embora do estádio. “Ele segurava uma cerveja e chegou bem perto de mim, colocando seu cachecol em cima das nossas jaquetas”, explicou Steffani em seu Instagram.

“Estava com um bebê pequeno em meus braços e este homem parecia muito zangado e chegava muito perto do meu bebê. Então eu me levantei e, com a mochila no braço, começo a ir para outra mesa. Ele pega um brinquedo do meu filho e de um jeito muito rude grita eu tenho que pegar”, prosseguiu.

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De acordo com Steffani, o homem estava “estalando os lábios de uma forma muito vulgar” antes de jogar o brinquedo nela. Depois de relatar o incidente à segurança, ela diz que um segurança falou com o homem, mas começou a rir com ele.

Decidida a expor a situação traumática, a cantora postou o relato em seu Instagram para que outros não sofressem a mesma violência e para que a mensagem chegasse ao Union para que uma providência fosse tomada. “Nenhuma das pessoas a quem pedi ajuda fez nada ou guardou uma palavra gentil para mim”, protestou a mulher. “Infelizmente vivemos numa sociedade que não só não condena, mas também protege este tipo de pessoas ignorantes”, lamentou, declarou ela.

Depoimento da agressão sofrida por Steffani Jenz, esposa de Moritz Jenz, em estádio — Foto: reprodução/instagram

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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