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Esposa de Roque revela que Silvio Santos presenteou a família com casa: “Deus!”

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Durante uma entrevista ao jornalista Roger Turchetti, no YoutTube, Janilda Nogueira, mulher do assistente e diretor de palco, Gonçalo Roque, revelou que o apresentador e dono do SBT, Silvio Santos, deu uma casa para a família, após pandemia da covid-19 e o desenvolvimento de uma depressão que Roque teve.

“Ele entrou em depressão, chorava, ficou muito mal. Mas, graças a Deus, as coisas foram se resolvendo. A gente veio para esse lugar, que é um condomínio, lugar que ele pode caminhar”, disse ela, citando ainda a questão da pandemia.

Roque, mulher e a família moravam em uma casa na zona norte da capital paulista. Agora todos moram em Jundiaí, a cerca de 48 km de distância.

“Ganhamos essa casa de presente do Silvio [Santos]. Um presentão. Uma casa linda, num condomínio muito gostoso. As crianças se divertem porque tem espaço, né? Foi o refúgio de todo mundo [da família]”, completou ela.

Roque retornou ao trabalho na última sexta-feira (3), depois de ter passado por uma cirurgia em decorrência de um acidente doméstico. Ele caiu no condomínio onde está morando e teve cortes profundos no braço esquerdo.

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“Hoje [sexta] voltei aos trabalhos. A vida é assim, as vezes precisamos dar uma pausa, descansar, para repor as energias e voltar a ativa”, escreveu Roque, que tem 85 anos, em seu perfil no Instagram.

Ele finalizou a mensagem agradecendo o apoio que recebeu dos fãs. “Agradeço mais uma vez pela preocupação de cada um, pelas mensagens de carinho e orações. Vocês são incríveis.

Fonte: TOP Famosos

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Ensino da dança é tema de seminário nacional em Paracuru

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Reflexões sobre os novos paradigmas do ensino da dança na contemporaneidade entram em pauta no Seminário Nacional de Dança de Paracuru, que reunirá, na cidade litorânea do Ceará, localizada a 90 km da capital Fortaleza, profissionais de diversas partes do país, entre artistas, professores, pesquisadores e pensadores dessa arte. O evento acontecerá no Centro Cultural Companhia de Dança de Paracuru, de 13 a 15 de agosto, com debates sobre corpo, tecnologia, presença e diversidade. As atividades são gratuitas e devem ser realizadas diretamente no local.

O Seminário integra a Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), é realizado pelo Governo do Brasil, por meio do Ministério da Cultura, e pela Escola de Dança de Paracuru. Conta com apoio do Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura, e produção da Associação de Bailarinos de Paracuru.

Eixos temáticos

Cinco eixos temáticos vão conduzir as discussões: “Desacelerar como gesto político”, “O corpo como pensamento”, “Tecnologia, poder e corpo”, “Presença, vínculo e política do encontro” e “Corpos diversos, técnicas plurais”. A proposta é tensionar tradição e reinvenção, presença e mediação, corpo e tecnologia, reafirmando o tempo próprio da experiência corporal como espaço de resistência e criação.

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Convidados

O Seminário Nacional de Dança de Paracuru trará à cidade de Paracuru alguns dos mais proeminentes pensadores do ensino da dança no Brasil da atualidade. Entre os convidados confirmados estão nomes de destaque no cenário nacional, como Rousejanny Ferreira (Instituto Federal de Goiás), Robson Lourença (Universidade Anhembi Morumbi), Gilsamara Moura (Universidade Federal da Bahia – UFBA e Festival Internacional de Dança de Araraquara – FIDA), Daniela Amoroso (UFBA), Denise Parra (Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará – ICA/UFC), Ernesto Gadelha (Secult-CE), Isabelle Pitta Rocha (Universidade Federal de Alagoas – UFAL), além das professoras Cláudia Pires e Bilica Léo (Porto Iracema das Artes).

Para o bailarino e professor Flávio Sampaio, fundador da Escola de Dança de Paracuru e coordenador geral do evento, a realização do Seminário surge a partir da ideia de que o ensino da dança insiste em um tempo que não se acelera sem perdas, que não se reduz à lógica da eficiência e que não se resolve na esfera da compreensão intelectual. “O corpo precisa repetir, falhar, insistir. Precisa demorar”, defende. “Interessa-nos menos adaptar a dança ao ritmo do mundo e mais compreender o que a dança resiste em não se tornar. Há, no corpo que aprende, uma inteligência que não se apressa. Há, no gesto que se forma, um tempo que não se negocia”, acrescenta. A questão, segundo Flávio Sampaio, talvez não seja como ensinar mais rápido, mas como seguir ensinando aquilo que só o tempo pode revelar.

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O seminário é uma oportunidade para profissionais e estudantes de dança compartilharem experiências, debates e práticas, contribuindo para a formação de um olhar crítico e contemporâneo sobre a arte da dança.

Sobre a Escola de Dança de Paracuru

Fundada em 2003 por Flávio Sampaio e reconhecida como Ponto de Cultura desde 2020, a Escola de Dança de Paracuru tem como missão formar bailarinos e capacitar profissionais da dança, com foco especial em crianças e jovens das classes populares. Com uma grade curricular de oito anos e mais de 2.400 horas/aula, a escola oferece cursos regulares e livres, promovendo não apenas a técnica, mas também o desenvolvimento humano, a consciência corporal e a reflexão crítica. Além da dança, os alunos têm contato com teatro, música, artes plásticas e história, recebendo uma formação cultural ampla e transformadora.



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