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Grêmio e Fortaleza ficam só no empate na sexta rodada do Brasileirão

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O Grêmio entrou em campo na tarde deste domingo, Dia das Mães, para enfrentar o Fortaleza, em jogo válido pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. Jogando em seus domínios, o Tricolor acabou empatando em zero a zero com o Leão, conquistando um ponto na competição nacional.

Com o resultado, são 8 pontos somados e a 11ª posição na tabela.

A partida começou movimentada, com o Grêmio ameaçando nos instantes iniciais e criando as melhores oportunidades. Logo aos três minutos de jogo, Bitello roubou a bola na intermediária, tabelou com Suárez e rolou para Vina, que chegou batendo de chapa buscando o ângulo esquerdo da meta, mas o goleiro desviou e a bola saiu por sobre o gol. A resposta adversária veio quase de imediato, quando Romarinho tentou um arremate carimbando a defesa tricolor, com 7’ jogados

A nova tentativa gremista no campo de ataque foi feita aos 13 minutos – primeiro com Suárez de dentro da área, que chutou, mas a zaga cortou. Depois, no rebote, Pepê arrematou e o defensor desviou pela linha de fundo. Mas do outro lado, os visitantes não ficaram ameaçados e buscaram impor o seu ritmo – a chance do Leão saiu em um cruzamento da direita na cabeça de Lucero, que mandou para fora, depois de dividir com Bruno Alves.

O Grêmio seguiu superior na partida, com maior posse de bola e criando as melhores oportunidades, tanto que aos 19’, Suárez cobrou uma falta da intermediária, mandando por baixo da barreira, mas João Ricardo defendeu. Minutos depois, o uruguaio fez uma nova jogada e acionou Thomas Luciano, que chegou chutando de primeira, mas o lateral mandou muito alto.

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O Fortaleza esboçou reação e também teve chance de marcar, desta vez aos 27 minutos, colocando uma bola na área, mas Gabriel Grando segurou o perigo, após desvio de cabeça adversário.

Ainda na etapa inicial, aos 37’, o Grêmio tentou abrir a contagem, desta vez com Villasanti e Bitello. Primeiro, o paraguaio finalizou e João Ricardo defendeu – no rebote Bitello tentou a conclusão sem sucesso. Por detalhe, Suárez não marcou nos minutos finais, quando recebeu e tentou encobrir o goleiro adversário, que conseguiu espalmar para escanteio.

O Tricolor voltou igual para o segundo tempo, sem nenhuma mudança na equipe. Antes do primeiro minuto de jogo, o time de Renato Portaluppi mostrou intensidade e chegou com uma bola lançada para Suárez – o zagueiro desviou de cabeça e o uruguaio completou a gol, mandando por cobertura, mas a arbitragem assinalou impedimento do camisa 9. Cinco minutos depois, a chance foi em cobrança de falta da extrema direita, mas a bola alçada na área foi afastada pela defesa do Leão.

O Tricolor seguiu pressionando e ameaçou aos 16′, quando F. Cristaldo cobrou uma falta com muito perigo: Thomas Luciano cabeceou na primeira trave, mas a bola correu pela pequena área e saiu à linha de fundo.

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Passados 20 minutos, o técnico Renato promoveu sua primeira mudança, ao tirar F. Cristaldo para colocar Everton Galdino. O jogo seguiu mais equilibrado, mas foram os gremistas quem tiveram as melhores chances – após cobrança de escanteio, a bola ficou viva na área e caiu para Galdino, que chutou forte, mandando muito perto do ângulo da meta adversária.

Outras duas alterações foram feitas no time tricolor: Pepê e Thomas Luciano deram lugar a Zinho e Gustavo Martins.

O Fortaleza teve sua melhor chance aos 30 minutos, quando Pocchetino recebeu e chutou da entrada da área – a bola saiu à esquerda da meta defendida por Gabriel Grando.

Passados 35 minutos, o Grêmio mudou pela última vez: Mila e Nathan entraram nos lugares de Vina e Bitello.

Na reta final, Nathan foi acionado dentro da área, dominava e tentava desviar a gol, mas o defensor adversário conseguiu o corte pela linha de fundo. O Tricolor ameaçou ainda com Nathan, que cobrou uma falta que só não entrou por grande defesa de João Ricardo.

Com o empate sem gols, o Tricolor soma um ponto, chega a 8 e ocupa a 11ª posição na tabela.

Foto: Lucas Uebel | Grêmio FBPA

Fonte: Esportes

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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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