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Brasil está no Pote 2 do sorteio da Copa do Mundo Feminina FIFA 2023

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Está chegando a hora de conhecer os grupos da Copa do Mundo Feminina FIFA Austrália e Nova Zelândia 2023. Nesta quinta-feira (13.10), a FIFA divulgou os potes do sorteio, cuja a cerimônia será realizada no dia 22 de outubro, em Auckland, na Nova Zelândia. Representando a CBF, estarão presentes a Coordenadora Geral de Seleções Femininas, Ana Lorena Marche, e a técnica da Seleção Brasileira, Pia Sundhage. 

Esta será a primeira edição da Copa do Mundo Feminina que contará com 32 seleções classificadas. Com isso, as equipes serão distribuídas em oito grupos com quatro equipes. A posição nos potes é definida pela classificação dos países no ranking mundial da FIFA. Em 9º lugar, o Brasil está no pote 2 com Canadá, Holanda, Japão, Noruega, Itália, China e Coreia do Sul.

O pote 1 conta com as anfitriãs Nova Zelândia e Austrália, e os líderes do ranking, Estados Unidos, Suécia, Alemanha, Inglaterra, França e Espanha. Já no 3 estão Dinamarca, Suíça, Irlanda do Norte, Colômbia, Argentina, Vietnã, Costa Rica e Jamaica. Por fim, o 4, conta com Nigéria, Filipinas, África do Sul, Marrocos, Zâmbia, e três vagas que serão definidas no Torneio Classificatório para a Copa do Mundo, a ser disputado em fevereiro de 2023.

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 Ao todo, dez seleções brigarão pelas últimas três vagas na Copa do Mundo. Estão classificadas para a disputa do Torneio Classificatório os seguintes países: Chile, Paraguai, Taipé Chinesa, Tailândia, Camarões, Senegal, Haiti, Panamá, Papua-Nova Guiné e Portugal. 

Em 2023, apenas sete seleções irão ampliar a marca de presença em todas as nove edições da Copa do Mundo, entre elas, está o Brasil. Soma-se a essa marca os Estados Unidos, Alemanha, Suécia, Noruega, Nigéria e Japão.

Confira os potes do sorteio da Copa do Mundo Feminina Austrália e Nova Zelândia 2023:

Pote 1 –  Nova Zelândia e Austrália, Estados Unidos, Suécia, Alemanha, Inglaterra, França e Espanha

Pote 2 – Canadá, Holanda, Brasil, Japão, Noruega, Itália, China e Coreia do Sul

Pote 3 – Dinamarca, Suíça, Irlanda do Norte, Colômbia, Argentina, Vietnã, Costa Rica e Jamaica

Pote 4 – Nigéria, Filipinas, África do Sul, Marrocos, Zâmbia, Grupo A Torneio Classificatório, Grupo B Torneio Classificatório, Grupo C Torneio Classificatório.

Fonte: Agência Esporte

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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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