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De virada, São Paulo vence o América-MG no Independência

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Em partida válida pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro, o São Paulo venceu o América-MG por 2 a 1 nesta quinta-feira (06.10), jogando na Arena Independência, em Belo Horizonte.

Com o resultado, o Tricolor chega a 40 pontos e sobe para a 10ª colocação no torneio nacional. O próximo compromisso será neste domingo (9), às 16h, recebendo o Botafogo no Morumbi pela 31ª rodada.

Para o jogo desta quinta-feira, o técnico Rogério Ceni escalou a equipe com Felipe Alves; Rafinha, Miranda e Léo, Igor Vinícius, Pablo Maia, Rodrigo Nestor, Patrick e Reinaldo; Luciano e Calleri.

O primeiro tempo começou mais favorável para o adversário, que abriu o placar aos 10 minutos. Passados os instantes iniciais, o Tricolor cresceu no jogo e conseguiu empatar aos 34 minutos, com Luciano acionando Calleri, que bateu cruzado e balançou as redes.

Na segunda etapa, o São Paulo aumentou a pressão para buscar a vitória. O time conseguiu manter a posse de bola criar oportunidades de gol. A virada foi ocorrer na reta final, aos 45 minutos, com Alisson acertando uma cabeçada após cruzamento de Welington.

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AMÉRICA-MG 1 x 2 SÃO PAULO

Local: Arena Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data: 06/10/2022 (quinta-feira)
Horário: 20h

São Paulo: Felipe Alves; Rafinha, Miranda e Léo; Igor Vinícius (Alisson, 23/2), Pablo Maia, Rodrigo Nestor (Igor Gomes, 31/2), Patrick (Marcos Guilherme, 31/2) e Reinaldo (Welington, 23/2); Luciano (André Anderson, 49/2) e Calleri. Téc: Rogério Ceni.

Gols: Calleri, 34/1 e Alisson, 45/2

América-MG: Cavichioli; Patric (Arthur, 12/2) , Éder, Ricardo Silva e Danilo Avelar (Marlon, 11/2); Lucas Kal, Juninho e Alê (Benítez, 32/2); Everaldo, Aloísio (Matheusinho, 12/2) e Mastriani (Wellington Paulista, 23/2). Téc: Vagner Mancini.

Gols: Aloísio, 10/1

Cartões amarelos: Danilo Avelar, 25/1; Calleri, 26/1; Pablo Maia, 39/1; Aloísio, 43/1; Miranda, 20/2; Alisson, 36/2

Árbitro: Ramon Abatti Abel (SC)
Assistentes: Thiaggo Americano Labes (SC) e Brigida Cirilo Ferreira (AL)
Quarto Árbitro: Vinicius Gomes do Amaral (MG)
Analista de Campo: Carlos Henrique Tosta (MG)
Árbitro de Vídeo: Rodrigo D Alonso Ferreira (SC)
AVAR: Helton Nunes (SC)
Observador de VAR: Giulliano Bozzano (MG)

Fonte: Agência Esporte

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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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