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Brasil perde final do Mundial feminino de vôlei para Sérvia

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O Brasil foi derrotado pela Sérvia neste sábado por 3 sets a 0 (26-24, 25-22, 25-17), na final do Mundial feminino de vôlei, disputada em Apeldoorn, na Holanda.

As brasileiras, que tinham derrubado nas semifinais a poderosa Itália, não conseguiram bater as sérvias, que chegaram ao seu segundo título mundial, de forma invicta.

Com 23 pontos, a capitã Tijana Boskovic, eleita melhor jogadora da edição passada do torneio, em 2018, foi a melhor pontuadora da partida.

Ela já tinha marcado 33 pontos na semifinal contra os Estados Unidos e 36 contra a Polônia na última partida da fase de grupos.

Na disputa pela medalha de bronze, também neste sábado em Apeldoorn, as italianas bateram as americanas por 3 sets a 0 (25-20 25-15 27-25).

Com 25 pontos, Paola Egonu comandou mais uma vez as atuais campeãs da Europa.

Ao final da partida, Egonu afirmou que esse era seu “último jogo com a seleção” da Itália.

A jogadora, de 23 anos, explicou que se sente cansada e precisa de uma pausa: “Estou orgulhosa da equipe e de mim mesma. Sempre é uma honra vestir a camisa ‘azzurra’, mas queria ter um verão livre para descansar, como pessoa, pela minha cabeça”, declarou a italiana à Sky Sports.

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* AFP

Fonte: Agência Esporte

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Projeto de turismo em favelas do Rio prepara rota especial para a Copa

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O clima de Copa do Mundo inspirou o projeto social Na Favela Turismo a criar uma rota temática que levará os visitantes da Rocinha e do Vidigal, no Rio de Janeiro, a lugares das comunidades onde a bola balança a rede. Ao fim do passeio, os turistas ainda vão poder assistir aos jogos do Brasil na comunidade .

A iniciativa, chamada de Copa na Favela, começa no próximo sábado (13) e é do empreendedor social Renan Monteiro. O objetivo é promover integração social e geração de renda a partir do turismo.

O projeto já chegou a receber mais de 40 mil visitantes em um mês e espera ter seu melhor resultado em agosto, quando o Hemisfério Norte estará em férias de verão.

“Dentro dessa rota, o turista que comprar o passeio vai fazer um tour pelas comunidades com um guia local, visitar os pontos esportivos, as quadras de futebol da Rocinha e do Vidigal, e assistirá também uma apresentação cultural do projeto Acorda Capoeira”, disse Renan Monteiro à Agência Brasil .

Além disso, os turistas terão aula de “altinha”, lazer típico do Rio de Janeiro e surgido nas décadas de 1950 e 1960 . Comum nas praias da cidade, o jogo coletivo consiste em manter a bola no ar sem usar as mãos, utilizando apenas partes do corpo, como pés, pernas, peito, cabeça e ombro.

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Quem quiser, poderá participar ainda de uma “pelada” no Castelinho, na localidade de Paula Brito, na Rocinha. Na partida de futebol, os visitantes terão a oportunidade de confraternizar e tirar fotos com Josiel Dalto dos Santos, morador da comunidade e considerado sósia do jogador Vini Jr, da seleção brasileira.

No final do passeio, haverá um evento no Mirante da Rocinha, com roda de samba e telão para transmissão dos jogos do Brasil. Os três jogos do país na primeira fase estão marcados para 13, 24 e 29 de junho.

“Esse tour vai ocorrer todos os dias que tiver jogo do Brasil”, informou Monteiro.

Celebração

Caso o Brasil avance no torneio mundial, a Copa na Favela terá continuidade garantida, afirmou Renan Monteiro. “No final do tour, a ideia é que tenha ali uma celebração, uma troca entre turistas e comunidade, em um grande evento”.

O empreendedor social considera que, quando turistas e moradores compartilham experiências, são criadas conexões especiais e novas oportunidades para a comunidade. “O esporte e a cultura têm o poder de aproximar pessoas e promover inclusão social”, afirmou.

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A maior parte dos turistas atendidos pelo projeto são oriundos da América Latina, englobando argentinos, chilenos e colombianos, além de muitos visitantes nacionais. Em seguida, aparecem americanos, franceses e italianos.

“Mas vem gente do mundo todo”, esclareceu.



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