CUIABÁ

ENTRETENIMENTO

Sabrina Sato se declara para Nicolas em aniversário com mensagem bem-humorada

Publicados

ENTRETENIMENTO

O ator Nicolas Prattes celebrou a chegada dos 29 anos nesta segunda-feira (4), e recebeu uma homenagem especial da esposa, a apresentadora Sabrina Sato. Nas redes sociais, ela compartilhou um texto bem-humorado e repleto de carinho, destacando momentos íntimos e características marcantes do companheiro.

Na publicação, Sabrina fez questão de ressaltar as manias e o jeito único do ator, revelando situações do cotidiano do casal. “Eu amo tudo em você. Amo você ser esse senhor de 73 anos em um corpo atlético de agora 29, cheio de manias”, brincou logo no início da declaração, arrancando reações dos seguidores.

A homenagem rapidamente repercutiu entre fãs e amigos do casal, que deixaram mensagens de carinho nos comentários. O tom leve e afetuoso da mensagem reforçou a sintonia entre os dois, que frequentemente compartilham momentos da vida a dois nas redes sociais. Confira abaixo:

TOP FAMOSOS

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Shakira terá palco maior do que Lady Gaga e Madonna em show em Copacabana
Propaganda

CURIOSIDADES

Especialista detalha impactos do futebol no comportamento

Publicados

em

Uma pesquisa divulgada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) revelou que 78% dos entrevistados torcem para algum time brasileiro. Dentre estes, 47% disseram assistir a pelo menos um jogo por semana. A pesquisa aponta ainda que 77% das pessoas consomem futebol pela TV aberta, TV fechada, rádio ou streaming.

Entre os dias 11 de junho e 19 de julho de 2026, torcedores do mundo inteiro poderão acompanhar seus respectivos times no maior torneio, a Copa do Mundo. A edição de 2026 será a primeira da história com 48 seleções participantes. Serão 104 partidas disputadas ao longo de pouco mais de um mês. Mas, com a grande quantidade de partidas, como funciona a cabeça de um torcedor?

De acordo com Erica Oliveira, gestora pedagógica e franqueada do Supera (Estimulação Cognitiva), “noventa minutos de futebol podem parecer apenas vinte e duas pessoas correndo atrás de uma bola. Para quem torce, porém, esse intervalo de tempo representa uma das experiências mais intensas e complexas que o sistema nervoso humano pode vivenciar”.

Leia Também:  Shakira terá palco maior do que Lady Gaga e Madonna em show em Copacabana

Segundo a gestora pedagógica, o primeiro grande fenômeno cerebral que ocorre durante uma partida está ligado à empatia motora. Através de uma rede especializada de células chamadas neurônios-espelho, o cérebro espelha as ações que vemos em campo. “Quando o atacante arranca em velocidade ou o goleiro salta para fazer uma defesa milagrosa, as áreas motoras do córtex do torcedor são ativadas como se ele próprio estivesse executando o movimento”, explica Erica Oliveira.

É essa simulação invisível que faz inclinar o corpo na direção da jogada, chutar o ar involuntariamente na sala de estar ou saltar da cadeira. O cérebro, literalmente, entra em campo. “Além dessa conexão motora, o futebol funciona como uma sofisticada ginástica cognitiva. Acompanhar o esporte exige o tempo todo o recrutamento do córtex pré-frontal, a área responsável pelo pensamento analítico e estratégico. Avaliar substituições, prever cenários táticos e calcular probabilidades de classificação são exercícios intelectuais de alto nível”, destaca Erica Oliveira.

Durante os noventa minutos, o cérebro vivencia uma montanha-russa química controlada. A iminência de uma derrota ou o aperto na defesa disparam o cortisol e a adrenalina, colocando o organismo em estado de alerta. “Quando o gol finalmente acontece, o sistema de recompensa é inundado por uma descarga maciça de dopamina e endorfinas, gerando uma sensação catártica de alívio e prazer absoluto. Esse ciclo permite que o indivíduo experimente e processe emoções extremas em um ambiente seguro e simbólico”, conta a franqueada do Supera.

Leia Também:  Eleição do conselho previdenciário ocorre nesta quarta

Para finalizar, Erica salienta que o maior trunfo do futebol para a saúde mental reside na conectividade social. O cérebro humano evoluiu para buscar o pertencimento a grupos. Ao compartilhar o amor por um clube, seja cantando em um estádio lotado ou trocando mensagens em um aplicativo, o organismo libera altas doses de oxitocina, o hormônio dos vínculos sociais. “Essa neuroquímica reduz os estados inflamatórios do cérebro, combate o isolamento e atenua os sintomas de ansiedade e depressão. Portanto, ao vestir a camisa e celebrar o seu time, saiba que você não está apenas apoiando um clube, mas oferecendo ao seu cérebro um poderoso banho de vitalidade, proteção e felicidade”.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA