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Empresa mineira leva sabores do estado para o Brasil

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A identidade mineira está no centro da trajetória da Temperatta. Sediada em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a indústria de temperos, molhos, especiarias e condimentos construiu sua história a partir da valorização da gastronomia, da tradição regional e da busca por levar sabor de qualidade a diferentes regiões do Brasil.

O nome da empresa carrega uma inspiração internacional. Embora tenha surgido inicialmente como um jogo de palavras ligado ao ato de temperar, a marca encontrou sua verdadeira referência durante uma viagem dos fundadores à Itália. Lá, eles se encantaram com a culinária local e com um restaurante chamado Temperatta, experiência que inspirou a criação de uma indústria voltada a levar a excelência do sabor à mesa de consumidores e parceiros comerciais. “A história da Temperatta une a paixão pela gastronomia à busca por um nome que traduzisse a arte de dar sabor aos alimentos. Essa experiência internacional inspirou a criação de uma indústria voltada a levar a excelência do sabor, com o carinho da comida feita na hora, para a mesa de milhares de consumidores e estabelecimentos parceiros”, conta Fernando Seabra, CEO da Temperatta.

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A produção da companhia reflete essa origem. A Temperatta combina matérias-primas de Minas Gerais com insumos de alta qualidade provenientes de diferentes partes do mundo. Entre os principais ingredientes regionais estão alho, pimenta e vinagre, selecionados por meio de um processo técnico conduzido pelo departamento de compras, com licitações internas para garantir padronização, frescor, competitividade e segurança alimentar.

Culinária mineira

“Temos orgulho da nossa origem mineira e do respeito à tradição de uma das culinárias mais ricas do país. Combinamos matéria-prima regional de alta qualidade com insumos internacionais para entregar um padrão que acompanha o crescimento de qualquer grande player do varejo”, afirma Seabra.

O crescimento da empresa está acompanhado de investimentos em estrutura e capacidade produtiva. A Temperatta confirmou um aporte de R$ 6 milhões para infraestrutura fabril, tecnologia de produção e expansão logística B2B. A companhia também iniciou o planejamento para a instalação de uma nova unidade fabril, medida que deve ampliar sua capacidade de produção e sua distribuição em escala nacional.

A expansão do negócio vem acompanhada do fortalecimento do portfólio. Além da Linha de Molhos Cremosos, já disponível no mercado, a empresa prepara o lançamento de duas novas linhas exclusivas no segundo semestre de 2026. “Nosso plano é crescer mantendo a identidade que nos construiu: o sabor mineiro, o rigor na escolha dos ingredientes e a capacidade de transformar a tradição da cozinha em produtos preparados para atender o Brasil inteiro”, conclui o CEO.

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como enviar eletrônicos com bateria por avião

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A poucas semanas da Black Friday, em 27 de novembro, lojistas que despacham celulares, notebooks, fones e ferramentas por via aérea precisam saber como a bateria viaja: instalada no aparelho, embalada junto com ele ou separada. Desde 1º de janeiro de 2026, as regras da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) exigem que baterias de íon-lítio embaladas com o equipamento, identificadas pelo código UN 3481, sejam enviadas com estado de carga de até 30% da capacidade nominal. Acima disso, o envio depende de aprovação das autoridades competentes.

A mudança chega ao período de maior volume do varejo. Segundo a Jamef, referência nacional em transporte rodoviário e aéreo, o enquadramento correto da bateria evita recusa da carga no embarque e atrasos na entrega ao consumidor. “O que muda na prática é a informação que o embarcador precisa dar antes da coleta. Bateria instalada, embalada com o equipamento ou solta são situações diferentes, com etiquetas e documentos diferentes”, afirma Aline Venuto, gerente nacional da Jamef Aéreo.

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Os códigos mais comuns são o UN 3481, para baterias de íon-lítio embaladas com ou contidas em equipamentos, e o UN 3091, para baterias de lítio metálico na mesma condição. Cada código pede etiqueta de risco, marcação e documentação específicas, além de proteção contra curto-circuito e embalagem que impeça a movimentação interna. Também é necessário comprovar que a bateria passou nos testes da norma UN 38.3, e a aceitação final depende das regras da companhia aérea.

Para evitar problemas na alta temporada, a recomendação é conferir com antecedência o tipo de bateria de cada produto, o estado de carga e a documentação exigida. Lojistas com grande volume devem alinhar o procedimento com o transportador antes do pico de pedidos.

Sobre a Jamef

Fundada em 1963, a Jamef Transportes é referência nacional em transporte rodoviário e aéreo de cargas fracionadas, com atuação em todo o território nacional. Mais informações em www.jamef.com.br.



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