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Após requerimento de Coronel Fernanda, Daniel Vorcaro, do Banco Master, depõe nesta segunda (23)

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A deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT) é uma das autoras do requerimento que solicitou a convocação de Daniel Vorcaro para prestar depoimento na CPMI do INSS. No documento, a parlamentar destaca que a oitiva é “imprescindível para o esclarecimento das possíveis implicações da instituição nas fraudes investigadas” pela comissão.

Vorcaro, que é CEO do Banco Master, foi convocado para prestar esclarecimentos sobre operações que teriam ligação com recursos vinculados ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A comissão busca entender a natureza das transações, os critérios adotados e eventuais responsabilidades administrativas ou legais. Ele presta depoimento na próxima segunda-feira (23/02).

“Nosso compromisso é com a verdade e com a proteção dos aposentados e pensionistas. Se houver irregularidade, os responsáveis precisam ser identificados e punidos. Não vamos permitir que o dinheiro do trabalhador seja alvo de qualquer esquema”, pontuou.

Segundo a parlamentar, que é a autora da CPMI do INSS, a antecipação do depoimento é fundamental para garantir transparência e dar respostas rápidas à sociedade. A expectativa é de que os depoimentos previstos para a próxima semana representem um avanço na apuração das responsabilidades com relação aos descontos consignados bancários.

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“Estamos lidando com pessoas que trabalharam a vida inteira e dependem da aposentadoria para sobreviver. A CPMI não será palco de discurso, mas instrumento de justiça. Vamos até o fim para garantir respeito aos aposentados e pensionistas do Brasil”.

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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