CUIABÁ

ECONOMIA

ABB moderniza sistema de água de aldeia guarani

Publicados

ECONOMIA

A suíço-sueca ABB, a integradora de tecnologias APS Soluções e a ONG Biosaneamento concluíram um projeto de automação na aldeia guarani Krukutu, que vai garantir à comunidade do extremo sul da cidade de São Paulo acesso à água potável, até quando faltar eletricidade.

O projeto consistiu na modernização do sistema de bombeamento do poço artesiano que abastece a caixa d’água da comunidade — localizada às margens da Represa Billings, em área de densa Mata Atlântica —, com tecnologias capazes de fazê-lo funcionar mesmo quando a rede elétrica da região sofrer interrupções ou instabilidades.

“A aldeia Krukutu está localizada em uma região remota de São Paulo, situada no final de uma linha de transmissão da rede elétrica”, afirma Bruno Alba, gerente de operações da Área de Motion da ABB no Brasil. “Essa condição resulta em baixa qualidade de fornecimento de energia, inclusive com interrupções frequentes”, completa.

No projeto concebido e implementado pela APS Soluções, o sistema de bombeamento foi atualizado com painéis solares e o inversor de frequência ACQ80, da ABB, para ganhar confiabilidade elétrica e atributos de automação. Os painéis têm a função de gerar energia. O inversor contribui para reduzir o consumo de energia elétrica e garante que a bomba funcione em qualquer condição, até quando faltar eletricidade na rede convencional.

Leia Também:  Edson Celulari compartilha momento em família ao lado de Karin Roepke e da filha

De acordo com a ABB, o inversor de frequência híbrido-solar para bombas ACQ80 foi projetado para operar conjugado à rede de eletricidade e aos painéis solares. Sua lógica integrada de rastreamento otimiza o uso da energia, inclusive nos dias com menor incidência de luz, quando recorre à rede para obter o complemento de eletricidade necessário para fazer as bombas funcionarem e manter a caixa d’água abastecida.

“Quando dá vento aqui, cai a energia, e a bomba para de funcionar. Às vezes caía a árvore em cima dos fios e, até a concessionária vir solucionar, demorava dois ou três dias. Esse trabalho [de modernização] facilitou bastante. Não precisa nem ligar manualmente”, conta Tranquilino, o karaí mirim da Krukutu, responsável pelas ações de saneamento.

A população da comunidade Krukutu oscila entre 320 e 500 indígenas ao longo do ano, dependendo da circulação das famílias entre as aldeias existentes na Terra Indígena Tenondé Porã e em outras partes da Serra do Mar.

A comunidade é apoiada já há alguns anos pela ONG Biosaneamento, que realiza ações de saneamento em comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas de todo o país, e agora quer replicar a solução em outras localidades.

Leia Também:  Governo de MT fortalece microcervejarias e reduz ICMS na cadeia do pão francês

“Esse território serve [também] para produzir água […] usada no abastecimento da cidade de São Paulo. Então, dar condições para essa comunidade [indígena] viver aqui é fundamental [para preservar a região]”, ressalta Luiz Fazio, presidente da Biosaneamento.



COMENTE ABAIXO:
Propaganda

ECONOMIA

Revestimento leve impulsiona construção sustentável

Publicados

em

Uma pesquisa publicada pela editora científica MDPI, na revista Materials, indica que sistemas de fachada mais leves representam uma estratégia relevante para reduzir a pegada ambiental ao longo de todo o ciclo de vida dos edifícios. O estudo aponta que a diminuição de massa nos elementos construtivos contribui para menor consumo de energia no transporte, redução de cargas estruturais e maior eficiência no uso de recursos, especialmente em projetos orientados por critérios de sustentabilidade.

O estudo também destaca que a avaliação ambiental de fachadas deve considerar não apenas a fase de uso dos edifícios, mas todo o ciclo de vida dos materiais, desde a extração de matérias-primas até a instalação dos sistemas construtivos. Nesse contexto, especialistas defendem que materiais alternativos ganham espaço na construção civil.

“Produtos desenvolvidos com foco em leveza e desempenho técnico passam a ser considerados não apenas pela estética, mas também pelo impacto ambiental associado. A adoção de soluções com menor peso específico pode influenciar diretamente indicadores de eficiência energética e emissões de carbono, aspectos cada vez mais observados por incorporadoras e investidores”, esclarece Brenno Coelho, gerente-executivo da Ecogranito®.

É nesse cenário que se insere o Grattano, desenvolvido pela Ecogranito. “O revestimento apresenta peso significativamente inferior ao do granito convencional, característica que permite associá-lo a práticas mais sustentáveis na construção civil. Ao reduzir a carga total das fachadas, o material contribui para soluções construtivas mais eficientes e alinhadas às diretrizes contemporâneas de engenharia e arquitetura”, explica Brenno.

Leia Também:  Indicadores revelam fortalecimento da investigação criminal pela Polícia Civil em combate ao tráfico de drogas

Apesar das comparações frequentes com o granito natural, é importante delimitar as aplicações de cada material. O Grattano foi concebido especificamente para superfícies verticais, com desempenho adequado para uso em paredes, muros e fachadas. Não se trata de um substituto direto para aplicações horizontais, como bancadas e áreas molhadas, que demandam características técnicas distintas.

Se a busca por fachadas mais eficientes está diretamente ligada à adoção de materiais capazes de entregar desempenho técnico com menor impacto ambiental ao longo de sua vida útil, Brenno ainda ressalta que a diferenciação de uso é um ponto central para especificadores e consumidores. “Ao compreender que o Grattano é um revestimento voltado a planos verticais, evita-se a inadequação em projetos e reforça-se sua proposta de valor. A aplicação correta potencializa seus benefícios, tanto do ponto de vista estético quanto ambiental, consolidando o material como uma alternativa técnica dentro de um mercado cada vez mais orientado por eficiência e sustentabilidade”, finaliza o gerente-executivo da Ecogranito®.

Sobre a Ecogranito

A Ecogranito® é reconhecida por introduzir no Brasil, há mais de 16 anos, a tecnologia japonesa de revestimento com efeito granito, 93% mais leve que a pedra natural, patenteada e com durabilidade superior a 10 anos. Fundada em 2009, em Belo Horizonte, pela Família Las Casas e pela Hsieh Empire Participações, a empresa nasceu com foco em inovação, responsabilidade ambiental e excelência técnica, entregando soluções que unem estética, engenharia e desempenho para o mercado da construção civil.

Leia Também:  Cobertura vegetal e bioinsumos ganham espaço e reduzem dependência química no campo

Com mais de 2,1 milhões de metros quadrados aplicados no Brasil, Estados Unidos e Canadá, a Ecogranito é especializada em revestimentos de alto padrão para fachadas e interiores, atendendo construtoras, arquitetos e outros mercados.

Seu portfólio é composto por:

Grattano: linha de revestimentos com efeito granito e outras pedras naturais, que une estética sofisticada, leveza estrutural e versatilidade de aplicação.

Primalle: linha técnica complementar de preparação, proteção e acabamento, garantindo desempenho e durabilidade ao sistema.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA