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Unidade Referência em PICS realiza vivência em comemoração ao Dia da Mulher

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Gustavo Duarte

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Gratidão. Amor. Esperança. Paz. Interação. Alegria. Foram palavras escolhidas por mulheres para representar seu dia, durante uma oficina de dança circular, realizada na manhã de sexta-feira (18), no Horto Florestal “Tote Garcia”, onde se encontra a Unidade de Referência em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (URPICS). 

A dança circular foi uma das atividades oferecidas na primeira “Vivência em PICS” promovida pela URPICS, desde o início da pandemia. O evento costumava ocorrer todas as sextas-feiras e, nesta retomada pós-pandemia, foi feito em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. 

A programação, que contou também com oficinas de chás medicinais, ikebana, arteterapia e terapia comunitária integrativa, foi iniciada com uma apresentação da terapeuta e musicista Gê Lacerda, que tocou e cantou a música “Maria, Maria”, de Milton Nascimento. Todos também puderam desfrutar de um café da manhã comunitário e baseado na nutrição integrativa, que busca valorizar a alimentação saudável e mais natural possível.  

Nensmorena Preza, nutricionista, terapeuta de reiki, auriculoterapia, nutrição integrativa e coordenadora da URPICS, explica que a proposta é promover um olhar diferenciado para o cuidado com a saúde, por meio da saúde integrativa. “Integrar esse cuidado de saúde com o cuidado tradicional, sem competições. Por isso se chama integrativa e complementar, porque a gente sabe que a Medicina não atinge outros corpos, como as medicinas tradicionais, como a chinesa, indiana e nossa própria identidade histórica, que trazemos dos negros e índios, de cuidados com plantas e benzeções”, afirma, complementando que é preciso “trabalhar muito o mental e o emocional”. 

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A fisioterapeuta Alessandra Meireles fez acompanhamento psicológico e terapia integrativa comunitária na URPICS, antes da pandemia, e reconhece a importância para sua saúde. “Foi o suporte para passar por alguns perrengues na vida. Está fazendo muita falta. Com certeza eu quero retomar porque é um suporte que todos estamos precisando, neste momento. Por mais que esteja bem, eu recebi alta, mas a gente ainda está enfrentando consequências da pandemia”, relata. 

A ex-paciente, que classifica o serviço da URPICS como “maravilhoso”, conta ainda que já indicou e segue indicando as PICS (Práticas Integrativas e Complementares em Saúde) para vários amigos. “Eu acho que ter um espaço público pelo SUS disponível e acessível é importante para a comunidade. Eu achei maravilhoso! Indiquei e trouxe vários amigos porque muitas pessoas ainda não conhecem as PICS”. 

Além de ex-pacientes, ex-terapeutas também fizeram questão de prestigiar a retomada das vivências na URPICS, como a idealizadora do projeto, a médica homeopata Otília Maria Teófilo, que declarou: “Sonhos não envelhecem. A gente tem que acreditar, tentar realizá-los ou deixar sementes”, incentivou.

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O coordenador de Atenção Secundária da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Wille Márcio Calazans, parabenizou aos terapeutas, ex-terapeutas e pacientes pelo evento e destacou o interesse da gestão Emanuel Pinheiro e da secretária de Saúde, Suelen Alliend, em fortalecer o programa. “A Secretaria Municipal de Saúde, através da Atenção Secundária, vê a URPICS como um dos pontos importantes que temos trabalhado para revigorar. A pandemia nos deixou afastados desse atendimento próximo e humano, mas hoje a gente retoma esse processo. Aqui não fechou em momento algum, mas tivemos que reduzir as atividades. E nós observamos que nem todas as pessoas conhecem esse trabalho, que é maravilhoso e que abrange as situações psíquicas e somáticas das pessoas que buscam o atendimento. Então, vamos trabalhar para divulgar cada vez mais esse serviço”, disse. 

Atendimento

A Unidade de Referência às Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (URPICS) funciona de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h. Para conseguir uma consulta, basta entrar em contato pelo telefone 65 3665-2420 ou pelo e-mail unidadepics@cuiaba.mt.gov.br.

O acolhimento inicial é feito com a escuta do paciente. Em seguida o terapeuta oferece as terapias compatíveis à necessidade da pessoa. As atividades são semanais. 

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Aikido conquista espaço em Cuiabá e atrai praticantes em busca de equilíbrio e disciplina

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O Aikido, tradicional arte marcial japonesa criada pelo mestre Morihei Ueshiba, vem conquistando cada vez mais espaço em Cuiabá. Conhecida por unir técnicas de defesa pessoal com princípios de equilíbrio emocional, disciplina e harmonia, a modalidade tem atraído pessoas de diferentes idades em busca de qualidade de vida e desenvolvimento pessoal.

Diferente de outras artes marciais, o Aikido não possui competições. A prática é baseada em movimentos circulares, imobilizações e projeções que utilizam a força do próprio adversário para neutralizar ataques, priorizando o controle da situação sem violência excessiva.

Além do aspecto físico, o Aikido também trabalha concentração, autocontrole, respeito e serenidade. A filosofia da modalidade prega a resolução pacífica dos conflitos e o fortalecimento da mente, tornando a prática uma alternativa para quem busca não apenas atividade física, mas também bem-estar emocional.

Em Cuiabá, o crescimento da modalidade pode ser visto através de espaços especializados que mantêm viva a tradição da arte marcial japonesa. Entre eles está o Doshi Aikido Dojo, que utiliza as redes sociais para divulgar treinamentos, apresentações e o dia a dia dos praticantes da arte marcial na capital.

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O dojo reúne alunos iniciantes e experientes, mostrando que o Aikido pode ser praticado por qualquer pessoa, independentemente da idade ou condicionamento físico. A modalidade também tem sido procurada por pais interessados em atividades que incentivem disciplina, respeito e desenvolvimento pessoal entre crianças e adolescentes.

Com o aumento do interesse pelas artes marciais orientais em Mato Grosso, o Aikido se consolida como uma prática que vai além do combate, levando filosofia, equilíbrio e cultura japonesa para o cotidiano dos cuiabanos.

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