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Evento online transmitido pelo Canal 1, da Escola Cuiabana no YouTube, conta com a participação de mais de 2,5 mil pessoas

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Diálogo e mediação de conflitos nas escolas foi o tema da palestra que abriu a programação da Semana Pedagógica 2023, desta sexta-feira (27). A mesa redonda, transmitida online pelo Canal, 1 da Escola Cuiabana no YouTube, contou com a participação de 2.551 participantes acompanhando as palestras proferidas pelo promotor de Justiça, Miguel Slhessarenko Júnior e a  desembargadora e presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Clarice Claudino da Silva.

Na abertura da mesa redonda, a secretária Municipal de Educação, Edilene de Souza Machado destacou a importância do evento, um momento de reflexão e planejamento do ano letivo, para todos os profissionais. Falou sobre os avanços da Educação pós-pandemia e os resultados da avaliação do desempenho profissional aliada ao desempenho acadêmico dos estudantes, implementada em 2022. “Existia uma expectativa dos especialistas em Educação de que levaríamos de 8 a 10 anos para recompor as habilidades não adquiridas pelos estudantes, em decorrência da pandemia. Tivemos uma grata surpresa. A rede pública municipal de Educação, alcançou na avaliação da Prova Cuiabá realizada em 2022, uma média de 70,4. É um marco, resultado do comprometimento dos profissionais e dos investimentos da gestão Emanuel Pinheiro”, disse a secretária de Educação.

Edilene Machado destacou a parceria com as instituições para o enfrentamento e superação dos desafios. “Eu não tenho dúvida de que iremos superar os nossos desafios e avançar na busca de uma Educação Inclusiva, que garanta o direito de aprendizagem aos estudantes e, esse processo. passa pelo diálogo e a mediação dos conflitos nas escolas”, salientou.

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O Promotor de Justiça, Dr. Miguel Slessarenko elogiou realização da Semana Pedagógica, evento que possibilita a discussão de temas relevantes para o ambiente escolar. Disse que o Ministério Público tem atuado de forma contínua na Educação, e uma das preocupações da instituição é com o aumento gradativo dos conflitos nesses ambientes, tornando a questão um desafio para os profissionais, por gerar prejuízos pedagógicos e desmotivação em toda a comunidade escolar. “A escola é um ambiente democrático, com grandes diversidades sociais, econômicas e vulnerabilidades, que acabam, naturalmente, gerando conflitos que impactam o dia a dia das comunidades. Esses conflitos refletem as comunidades onde as unidades estão inseridas. Nesse sentido, temos pensado em ferramentas que possam auxiliar os profissionais a enfrentar esses desafios, de uma forma mais adequada”, destacou.  

Miguel Slhessarenko falou sobre o projeto Mediação de Conflitos Escolares, originado de uma parceria do Ministério Público e Tribunal de Justiça. O projeto tem capacitado profissionais no sentido de auxiliar a sua atuação dentro das unidades. “Temos poucas situações envolvendo a rede pública municipal cujo foco é a Educação Infantil, mas é importante que os estudantes saibam lidar com as suas emoções, com seus conflitos, sendo esta uma das competências estampadas na Base Nacional Comum Curricular, daí a importância da formação dos profissionais, e o apoio à comunidade escolar”, disse o promotor de Justiça.

A desembargadora Clarice Claudino da Silva, presidente do Tribunal de Justiça, falou sobre o tema Justiça Restaurativa no ambiente escolar, uma proposta de trabalho que visa prevenir e solucionar conflitos e tensões sociais, por meio da conscientização dos cidadãos, grupos representativos e da sociedade, na construção de uma cultura da paz. “Crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade se sentem ignorados pela sociedade. Sua autodefesa se manifesta na repetição do padrão daquilo que vivem diariamente em casa e na sua comunidade. Então devemos implantar no ambiente escolar, um processo de resgate de crianças e adolescentes por meio da escuta afetiva dos seus conflitos. Demostrar que todos estão inseridos no mesmo contexto social, e sensibilizar a comunidade como um todo para a cultura da paz. Nesse sentido, é fundamental fazermos um trabalho de base no ambiente escolar e, formar os profissionais da educação para serem facilitadores dos círculos de construção de paz, com apoio da rede de proteção”, destacou a presidente do Tribunal de Justiça, Desª. Clarice Claudino.

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Programação

A segunda mesa redonda da manhã discutiu o tema ‘Educação, Curriculo, Identidade e Relações Étnico-raciais: possibilidades para potencializar o trabalho pedagógico na implementação da Lei nº 10.639/2003 e Lei nº 11.645/2008’, que teve como formadora a Prof.ª Ma. Carmen Cinira, do Conselho Municipal de Educação.

A Semana Pedagógica é realizada pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Educação, voltada para as equipes gestoras das unidades educacionais, docentes e técnicos.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Aikido conquista espaço em Cuiabá e atrai praticantes em busca de equilíbrio e disciplina

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O Aikido, tradicional arte marcial japonesa criada pelo mestre Morihei Ueshiba, vem conquistando cada vez mais espaço em Cuiabá. Conhecida por unir técnicas de defesa pessoal com princípios de equilíbrio emocional, disciplina e harmonia, a modalidade tem atraído pessoas de diferentes idades em busca de qualidade de vida e desenvolvimento pessoal.

Diferente de outras artes marciais, o Aikido não possui competições. A prática é baseada em movimentos circulares, imobilizações e projeções que utilizam a força do próprio adversário para neutralizar ataques, priorizando o controle da situação sem violência excessiva.

Além do aspecto físico, o Aikido também trabalha concentração, autocontrole, respeito e serenidade. A filosofia da modalidade prega a resolução pacífica dos conflitos e o fortalecimento da mente, tornando a prática uma alternativa para quem busca não apenas atividade física, mas também bem-estar emocional.

Em Cuiabá, o crescimento da modalidade pode ser visto através de espaços especializados que mantêm viva a tradição da arte marcial japonesa. Entre eles está o Doshi Aikido Dojo, que utiliza as redes sociais para divulgar treinamentos, apresentações e o dia a dia dos praticantes da arte marcial na capital.

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O dojo reúne alunos iniciantes e experientes, mostrando que o Aikido pode ser praticado por qualquer pessoa, independentemente da idade ou condicionamento físico. A modalidade também tem sido procurada por pais interessados em atividades que incentivem disciplina, respeito e desenvolvimento pessoal entre crianças e adolescentes.

Com o aumento do interesse pelas artes marciais orientais em Mato Grosso, o Aikido se consolida como uma prática que vai além do combate, levando filosofia, equilíbrio e cultura japonesa para o cotidiano dos cuiabanos.

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