Sorriso
Produtores da MT-404 manifestam interesse em pavimentar a vicinal
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Tornar o asfalto presente em 150 quilômetros de estradas vicinais sorrisenses nos próximos quatro anos. O prefeito Alei Fernandes apresentou o desafio a um grupo de produtores rurais da MT-404, reunidos na manhã desta sexta-feira, último dia de janeiro, para também discutir a pavimentação do trecho de cerca de 75 quilômetros entre a BR-163 e a Comunidade São Luiz Gonzaga.
O lado do vice-prefeito Acacio Ambrosini; do secretário de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra), Milton Geller; do secretário da Cidade, Jan Assad Lahham; e do vereador Emerson Farias, Alei destacou que está sendo seguido o “Agroestradas”, trabalho integrado entre Prefeitura, Governo do Estado e produtores rurais para transformar cenários e, mais que isso, realidades.
“Estamos estruturando o planejamento para pavimentar eixos centrais em nossas vicinais, o que facilita a manutenção das demais estradas”, destacou o prefeito, citando exemplos do Arco do Barreiro, o Pontal do Verde e a Linha Norte.
A partir da pavimentação, começa o trabalho de municipalização das vias, a exemplo do que foi feito nas Estradas do Barreiro. Com a municipalização, vem então o trabalho para concessão destas vias para manutenção via iniciativa privada, com o pedágio social.
O vice-prefeito contextualizou aos produtores a necessidade de se organizarem em associação para dar início ao processo de formalização do pedido de pavimentação da via. Acacio lembrou ao grupo que cabe também à Associação a elaboração do projeto, bem como do orçamento da empreitada.
Titular da Sintra, Milton Geller lembrou que, com recursos e equipes próprias, a Prefeitura também executou obras de pavimentação, a exemplo da Linha Celeste, onde os proprietários de imóveis fizeram a contribuição de melhoria, calculada sobre o custo da obra, devidamente dividido de acordo com o tamanho de cada propriedade; e também sobre a valorização de cada imóvel a partir da implantação da benfeitoria.
No caso do Agroestradas, o Governo do Estado arca com 50% dos custos, cabendo ao Município e aos produtores, o restante. “Assim que a associação estiver devidamente organizada e os projetos prontos, daremos início às tratativas junto ao governador Mauro Mendes”, afirmou o prefeito.
Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT
Sorriso
Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março
Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).
“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.
Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.
O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.
Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.
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