A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio da Vigilância Epidemiológica, aderiu a um novo método de controle e manejo do vetor Aedes aegypti, que passa a ser utilizado junto a todas as ações que são desenvolvidas para o combate ao mosquito.
O novo método, chamado ovitrampa, faz parte de um programa do Ministério da Saúde (MS) que o Município de Rondonópolis aderiu. Ele consiste na instalação de armadilhas utilizadas para monitorar a presença e a densidade populacional do mosquito (vetor da dengue, zika e chikungunya).
As armadilhas simulam um criadouro, atraindo as fêmeas para depositar seus ovos. A primeira região a receber a novidade possui uma área com aproximadamente 20 mil imóveis, indo do Monte Líbano até a região do Carlos Bezerra. O local foi escolhido após um levantamento das regiões com maior índice de infestação pelo mosquito nos últimos 5 anos.

Segundo a responsável pela Vigilância Epidemiológica, Vânia Scapini, após a instalação da armadilha, o agente de endemias passa, cinco dias depois, e faz o recolhimento. Em laboratório, é realizada a contagem dos ovos e, com isso, é possível identificar o risco para aquela região.
“Essas armadilhas, além de eliminar ovos do ambiente, são importantes para ajudar a direcionar as ações da Secretaria de Saúde. Sabendo como está o índice de infestação, podemos atuar de forma pontual e garantir um maior controle”, explica Vânia.
Mesmo fora do período chuvoso, o novo método já apontou pontos que merecem a atenção do Município, e as ações de combate ao mosquito estão sendo reforçadas. “Lembramos que a população deve continuar fazendo sua parte durante todo o ano”, reforça Vânia.





