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Ambiente de trabalho está ligado a 840 mil mortes anuais

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Mais de 840 mil pessoas morrem anualmente em decorrência de problemas de saúde associados a fatores psicossociais no ambiente profissional, como jornadas extensas, insegurança no emprego e assédio. O dado consta no relatório “The psychosocial working environment” — O ambiente psicossocial de trabalho, em português — da Organização Internacional do Trabalho (OIT), na página 9. O documento aponta que esses fatores estão relacionados principalmente a doenças cardiovasculares e transtornos mentais, incluindo casos de suicídio.

Na mesma página, o levantamento revela que essas condições contribuem para a perda de quase 45 milhões de anos de vida ajustados por incapacidade todos os anos.

Diante desse cenário, o ambiente psicossocial de trabalho passou a ocupar um espaço mais relevante na agenda ESG — sigla para Ambiental, Social e Governança, em português, ao ampliar a visão das organizações sobre sustentabilidade, integrando aspectos humanos às estratégias corporativas. Dentro do pilar Social, a maneira como as atividades são estruturadas, as relações profissionais são estabelecidas e a cultura interna é desenvolvida se tornou um elemento essencial para a saúde, o bem-estar e o desempenho das equipes.

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Com base na publicação “Quality Magazine”, Daniel Maximilian Da Costa, fundador e principal executivo do Latin American Quality Institute (LAQI), destaca que organizações que promovem ambientes psicologicamente seguros, relações baseadas no respeito e práticas de gestão responsáveis fortalecem sua cultura interna e avançam na construção de modelos de negócios mais sustentáveis, envolvendo inclusive a qualidade.

“Quando uma empresa incorpora a qualidade à agenda ESG, ela cria condições para transformar princípios em ações concretas, fortalecendo a gestão e, principalmente, valorizando as pessoas, o que também gera resultados mais consistentes para todos os seus públicos”, finaliza.



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Marcas chinesas avançam e já respondem por 44% das vendas de carros premium no Brasil

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As montadoras chinesas conquistaram 44% dos emplacamentos de veículos premium no Brasil em junho, impulsionadas pelo desempenho da Denza, marca da BYD. Em apenas sete meses de atuação no país, o SUV híbrido B5 tornou-se o modelo mais vendido do segmento, com 566 unidades comercializadas, superando concorrentes tradicionais da BMW, Volvo, Mercedes-Benz e Audi.

Apesar de a BMW ainda liderar o acumulado do ano, o avanço da Denza evidencia a crescente competitividade das fabricantes chinesas, que têm atraído consumidores ao oferecer veículos eletrificados com mais tecnologia embarcada e preços mais competitivos.

O cenário acompanha a expansão do mercado de eletrificados no país. Nos primeiros 15 dias de julho, esses veículos representaram 23,6% dos automóveis emplacados no Brasil, com mais de 25 mil unidades vendidas. No acumulado de 2026, o segmento registra crescimento de 120%, consolidando a BYD como uma das protagonistas da transição para a mobilidade elétrica.

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