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Motoristas de apps e taxistas já podem pedir financiamento

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Começa nesta sexta-feira (19) o período para motoristas de aplicativos e taxistas solicitarem financiamento de veículos zero quilômetro por meio do programa Move Brasil . A iniciativa do governo federal é voltada à renovação da frota de transporte individual no país.

Os interessados precisam se cadastrar na plataforma oficial do programa para solicitarem o benefício junto às instituições financeiras, caso tenham atendido aos critérios de participação. Em um prazo de até cinco dias após o cadastro, o trabalhador será informado se poderá participar do programa.

A iniciativa integra o Move Brasil, que prevê linhas de crédito facilitadas para aquisição de veículos novos.

O Move Motos é uma linha de crédito para motociclistas de aplicativos que desejam financiar ciclomotores, motonetas, motocicletas e bicicletas elétricas produzidas no Brasil ou com projeto de investimento voltado à produção no país.

Ele segue os mesmos moldes do Move Aplicativos, que tem como público-alvo motoristas de aplicativos e taxistas interessados em financiar carros.

Essas linhas de crédito são uma expansão do Move Brasil, criado para viabilizar a renovação de frotas no país, por meio de facilidades de financiamento.

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Juros

Segundo o Planalto, a taxa a ser cobrada para financiamento dos veículos será de 12,5% ao ano, o que corresponde a 0,99% ao mês para homens e 0,91% ao mês para mulheres.

Os financiamentos serão destinados exclusivamente à compra de veículos novos, com valor máximo de R$ 150 mil. Os automóveis precisam ser de montadoras habilitadas no programa e atender a critérios de sustentabilidade definidos pelo governo.

Para acessar o financiamento, estão previstos alguns requisitos mínimos, como 12 meses de cadastro na plataforma oficial, e no mínimo, 100 corridas realizadas.

Estão incluídos veículos:

  • Flex (gasolina e etanol);
  • Elétricos,
  • Híbridos a etanol.

Move Aplicativos

No caso do Move Aplicativos, 740 mil profissionais já atenderam aos requisitos para acessar a linha de financiamento com as condições mais favoráveis.

O governo federal abriu crédito extraordinário de R$ 30 bilhões para a compra de veículos por motoristas de táxi e de aplicativo. Os recursos serão repassados pelo Ministério da Fazenda ao BNDES, que também vai operacionalizar a medida.



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Modelo por assinatura redefine investimentos em tecnologia

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Uma nova modalidade de acesso a equipamentos para o setor gráfico está sendo adotada por empresas que buscam alternativas ao modelo tradicional de aquisição de máquinas. Baseado em um sistema de assinatura, o serviço permite o uso de equipamentos mediante pagamento mensal, sem a necessidade de compra imediata do ativo.

O projeto, denominado RHB Signature, foi desenvolvido para o mercado de outsourcing de impressão. No modelo, o cliente utiliza os equipamentos durante o período contratual mediante pagamento recorrente e, ao final do contrato, pode optar pela aquisição do ativo, conforme as condições estabelecidas.

A proposta está alinhada a modelos de contratação já utilizados em diferentes segmentos da economia, nos quais empresas priorizam despesas operacionais recorrentes em vez da aquisição direta de ativos. Nesse contexto, destacam-se os conceitos de CAPEX (Capital Expenditure) e OPEX (Operational Expenditure).

CAPEX refere-se aos investimentos realizados na compra de bens de longo prazo, como máquinas e equipamentos, que passam a compor o patrimônio da empresa. Já OPEX corresponde às despesas operacionais recorrentes necessárias para a manutenção das atividades, incluindo contratos de assinatura, locação e serviços.

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Segundo Rodolfo Villas Boas, CEO da RHB Solutions, o modelo foi estruturado para atender empresas que buscam maior previsibilidade financeira na renovação de seus equipamentos.

“Observamos que muitas empresas enfrentam desafios relacionados ao investimento inicial necessário para atualização tecnológica. O modelo de assinatura permite distribuir esse investimento ao longo do contrato, mantendo o acesso aos equipamentos durante todo o período de utilização”, afirma.

De acordo com o executivo, outro aspecto considerado na criação da solução foi a possibilidade de atualização do parque tecnológico das empresas.

“Em mercados sujeitos a constantes evoluções tecnológicas, as organizações precisam avaliar não apenas o custo de aquisição, mas também o ciclo de vida dos equipamentos. O modelo de assinatura oferece uma alternativa para que essa atualização ocorra dentro de um planejamento financeiro previamente definido”, explica.

O serviço é direcionado a empresas que desejam utilizar equipamentos de impressão sem realizar a aquisição imediata dos ativos, adotando uma estrutura baseada em despesas operacionais recorrentes.



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