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Polícia Civil prende jovem por ameaçar e atear fogo na casa da mãe em Cuiabá

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Um homem investigado por crimes de violência doméstica, ameaças e dano qualificado contra a própria mãe em Cuiabá, foi preso pela Polícia Civil, na segunda-feira (30.3), em cumprimento de mandado judicial.

Com a ordem de prisão preventiva decretada pela 2ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, o suspeito, de 25 anos, foi preso em Várzea Grande, pela equipe da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá.

A Polícia Civil pediu a prisão preventiva do jovem após investigar uma série de episódios de violência contra a própria mãe, com quem ele morava.

A vítima relatou que as agressões vinham ocorrendo de forma contínua, envolvendo ameaças de morte, violência moral e danos ao patrimônio familiar, criando um ambiente constante de medo e tensão dentro da residência.

No dia 7 de fevereiro deste ano, o filho ateou fogo na residência da mãe, causando danos estruturais no imóvel, incluindo janelas, paredes, fiação elétrica, o disjuntor e o casco de uma geladeira. A ação colocou em risco não apenas a vida da vítima, mas também de outros familiares e vizinhos.

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Conforme apurado, o jovem é usuário de droga e apresenta comportamento extremamente agressivo. Segundo a vítima, ele já havia sido preso anteriormente por ameaças e danos, mas, após ser colocado em liberdade, voltou a praticar condutas violentas.

A delegada titular da DEDM de Cuiabá, Judá Marcondes, explicou que em depoimento a vítima afirmou viver em constante estado de medo, relatando risco iminente à sua integridade física e à de seus familiares, uma vez que o suspeito teria ameaçado incendiar novamente a residência e matar todos caso a polícia fosse acionada.

“Diante da gravidade dos fatos e do risco à vítima, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do investigado, medida que foi deferida pelo Poder Judiciário”, destacou Judá Marcondes.

Após a expedição do mandado judicial, a equipe de capturas da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher realizou diligências e efetuou a prisão do procurado no bairro Capela do Piçarrão, em Várzea Grande.

Em seguida o preso foi conduzido para as providências cabíveis e posteriormente colocado à disposição da Justiça.

A Polícia Civil reforça que casos de violência doméstica devem ser denunciados e que a atuação rápida das autoridades é fundamental para interromper ciclos de violência e garantir a proteção das vítimas. Denúncias podem ser realizadas pelo telefone 197 ou diretamente em uma unidade policial.

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Fonte: Governo MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

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Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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