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Polícia Civil apura denúncia e prende homem foragido da Justiça pelo crime de homicídio

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A Polícia Civil foi acionada para apurar uma denúncia de que dois homens estariam circulando em um veículo pela zona rural do município de Rondolândia (MT), nesta sexta-feira (6.2), em atitude suspeita.

Em razão disso, uma equipe policial iniciou diligências para apurar a denúncia. Dois homens foram identificados com as características denunciadas. Ao proceder a abordagem, os policiais constataram que um deles tinha um mandado de prisão em aberto, pelo crime de homicídio.

O mandado foi expedido pela 1ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais da comarca de Capelinha (MG), com ordem judicial referente à prisão definitiva, decorrente de condenação transitada em julgado, por crime de homicídio, determinando o cumprimento de pena de 14 anos, em regime fechado.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão ao suspeito, que foi conduzido até a Delegacia de Polícia de Rondolândia, onde seria dado o prosseguimento às providências legais cabíveis.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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