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Investigado pelo estupro de filha e duas sobrinhas é preso pela Polícia Civil no norte do estado

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A Delegacia de Peixoto de Azevedo prendeu nesta segunda-feira (16.05), um homem suspeito de cometer estupro contra as duas sobrinhas e a própria filha, que residia junto com ele.

O investigado teria estuprado durante anos uma das sobrinhas, que engravidou aos 15 anos, fato comprovado em exame de DNA.

Conforme a apuração, os abusos sexuais também foram praticados contra a outra irmã, que tomou coragem, após a paternidade da criança ter sido confirmada, e relatou o crime.

Ambas as sobrinhas afirmaram que sofriam ameaças do autor do crime e não denunciaram na época dos fatos por medo.

Em relação à filha que morava junto com o suspeito, os abusos foram descobertos após ela enviar uma mensagem para sua irmã relatando o que ocorria.  

O delegado de Peixoto de Azevedo, Geordan Fontenelle, instaurou inquérito policial e com base nas informações e relatos coletados representou à Justiça pela prisão preventiva do investigado, que responde pelo crime de estupro de vulnerável.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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