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CRISE INTERNA

Nubank enfrenta crise interna

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Reprodução Nubank

O digital bank Nubank enfrenta uma crise interna. Após anunciar o fim do trabalho remoto, a empresa confirmou que dois funcionários da área de tecnologia foram demitidos por suspeita de tentativa de sabotagem dos sistemas internos.

De acordo com comunicação interna de Eric Young, diretor de tecnologia, os colaboradores estavam planejando ações para “sabotar os sistemas internos” e foram prontamente impedidos. Ele ressaltou que ameaças aos sistemas financeiros configuram crime federal e orientou o uso dos canais anônimos de denúncia.

Os detalhes sobre o plano ou as motivações dos envolvidos não foram divulgados.

O episódio ocorre poucos dias após o Nubank anunciar que encerrará o modelo remoto (que vinha sendo um dos pilares de sua cultura) e migrará para um regime híbrido com três dias de escritório por semana até 2027.

A mudança gerou forte reação entre funcionários que desfrutavam de grande flexibilidade; a empresa já demitiu 12 colaboradores por justa causa após comentários críticos feitos durante a videoconferência de anúncio do novo modelo.

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Para o Nubank, que se posicionava como símbolo de autonomia, inovação e liberdade, o incidente representa um desafio à coerência entre discurso e prática — especialmente no momento em que a empresa transita de startup com cultura horizontal para uma grande instituição financeira que precisa reforçar controle, segurança e hierarquia.

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IA e sensores transformam decisões da arbitragem na Copa do Mundo de 2026

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A Copa do Mundo de 2026 tem mostrado como a tecnologia vem mudando a arbitragem. Em uma partida entre Croácia e Portugal, um toque quase imperceptível na bola foi identificado pelo sistema de impedimento semiautomático, resultando na anulação de um gol.

A bola oficial do torneio, a Adidas Trionda, possui um chip de unidade de medição inercial (IMU), capaz de registrar cerca de 500 dados por segundo sobre deslocamentos, impactos e mudanças de direção. Essas informações são combinadas, em tempo real, com imagens de câmeras e o escaneamento 3D dos jogadores para auxiliar a arbitragem.

Especialistas destacam que a inteligência artificial, por si só, não toma decisões. O resultado depende da integração entre sensores, diferentes fontes de dados e algoritmos capazes de interpretar o contexto da jogada e fornecer informações precisas para a equipe de arbitragem.

O mesmo princípio é aplicado em outras áreas que utilizam inteligência artificial: mais do que o modelo de IA, a confiabilidade do sistema depende da qualidade dos dados, da integração entre diferentes tecnologias e da arquitetura desenvolvida para transformar informações em decisões rápidas e seguras.

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