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Empate sem gols: Atlético-MG e São Paulo continuam sem vitória no Brasileirão

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Neste domingo (06.04), o Mineirão foi palco de um duelo intenso entre Atlético-MG e São Paulo, válido pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Com um resultado final de 0 a 0, ambas as equipes saíram do jogo sem conhecer o sabor da vitória, mas com pontos importantes para o início da competição.

O jogo

O São Paulo iniciou a partida de forma agressiva e ousada. Aos 16 minutos, a equipe tricolor parecia ter aberto o placar após uma cobrança de falta que gerou uma oportunidade clara de gol. Alan Franco, avançando com confiança, desviou de cabeça e mandou a bola para o gol, batendo na trave e provocando a defesa do goleiro Everson. Contudo, a jogada foi anulada devido à posição irregular do zagueiro adversário. Apenas quatro minutos depois, aos 20, o goleiro do São Paulo, Alisson, protagonizava uma ação de destaque ao comandar uma cobrança precisa, obrigando o goleiro do Atlético-MG, Everson, a realizar uma defesa fundamental que preservou o resultado.

Para o Atlético-MG, a grande chance veio pouco antes do intervalo. Aos 37 minutos, Hulk demonstrou sua capacidade individual ao receber passe de Gabriel Menino, investindo e disparando um chute forte que seria fatal se não fosse brilhantemente contido por Rafael, revelando a solidez da defesa tricolor.

Primeiro tempo

O primeiro tempo não foi apenas marcado pelas oportunidades de gol, mas também por momentos de tensão e decisões controversas. Durante a reta final da primeira etapa, uma falta cometida pelo zagueiro Lyanco, que já estava amarelado, sobre Ferraresi gerou protestos por parte do São Paulo. A situação se agravou quando o treinador Luis Zubeldía, visivelmente indignado, invadiu o gramado para reclamar a falta e acabou sendo recompensado com um segundo cartão amarelo, levando à sua expulsão logo aos 44 minutos do primeiro tempo.

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Segundo tempo

Com o início da segunda metade, o Atlético-MG passou a pressionar com mais intensidade. Aos 20 minutos, após um levantamento de Hulk, Rony demonstrou habilidade ao desviar e deixar a bola sob os cuidados de Gustavo Scarpa. O meia, por sua vez, tentou colocar a bola no fundo das redes, mas a defesa tricolor, comandada por Rafael, manteve o empate intacto.

A única chance para o São Paulo na etapa final surgiu aos 25 minutos, quando Lucas Ferreira recebeu um lançamento preciso de Alisson e finalizou com determinação, mas o goleiro Everson novamente se destacou em uma defesa crucial.

A tensão aumentou ainda mais aos 38 minutos, quando o atacante Jonathan Calleri, que havia acabado de entrar no jogo, protagonizou uma ação polêmica. Acusado de ter acertado uma cotovelada em Júnior Alonso, Calleri inicialmente recebeu um cartão amarelo. Após uma revisão no VAR, o árbitro Ramón Abatti Abel reviu a jogada e decidiu pela expulsão do atacante, trazendo novamente complicações para o São Paulo, que já vinha lutando com um jogador a menos em momentos decisivos.

Apesar da vantagem numérica, o Atlético-MG não conseguiu converter a pressão em gol. Nos minutos finais, o Galo criou ocasiões perigosas, como o lance aos 42 minutos, quando Scarpa, em uma cobrança precisa, cruzou para Lyanco, cuja cabeça quase encontrou o fundo da rede. Em uma situação similar, Júnior Santos surgiu para cabecear, forçando Everson a realizar mais uma defesa espetacular, desta vez aos 48 minutos. No entanto, a pressão dos visitantes aumentou e, aos 54 minutos, Lyanco também viu seu destino selado com a expedição após receber o segundo cartão amarelo.

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Próximos desafios

Com o empate, o São Paulo soma dois pontos e, momentaneamente, ocupa a décima posição na tabela do Campeonato Brasileiro, enquanto o Atlético-MG ganha seu primeiro ponto e se posiciona em 17º lugar na competição.

Os próximos desafios para as duas equipes prometem mais emoções. Nesta quinta-feira, ambos voltarão a campo em competições internacionais: o São Paulo receberá o Alianza Lima-PER, pela segunda rodada da Copa Libertadores, no estádio do Morumbi; já o Atlético-MG enfrentará o Deportes Iquique-CHI, pela segunda rodada da Copa Sul-Americana, em casa pelo Mineirão.

FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO-MG X SÃO PAULO

Local: Estádio Mineirão, Belo Horizonte (MG)
Data: 06/04/2025
Hora: às 16h (de Brasília)
Árbitro: Ramón Abatti Abel (SC)
Assistentes: Victor Hugo Imazu dos Santos (PR) e Gizeli Casaril (SC)
VAR: Wagner Reway (ES)
Cartões amarelos: São Paulo: Ferreirinha, aos 33′ do 1ºT e André Silva, aos 3′ do 2º T; Atlético-MG: Lyanco, aos 36′ do 1º T.
Cartões vermelhos: Luis Zubeldía, aos 45′ do 1º T e Jonathan Calleri, aos 38′ do 2º T (São Paulo); Lyanco (aos 54′ do 2º T. (Atlético-MG)

ATLÉTICO-MG: Everson; Natanael (Saravia), Lyanco, Junior Alonso (Igor Gomes) e Guilherme Arana; Alan Franco, Gabriel Menino (Rubens), Gustavo Scarpa e Cuello (Bernard); Rony (Júnior Santos) e Hulk. Técnico: Cuca

SÃO PAULO: Rafael; Ferraresi, Arboleda, Alan Franco; Cédric Soares (Ruan), Marcos Antônio, Alisson, Luciano (Matheus Alves) e Wendell (Enzo Díaz); Ferreirinha (Lucas Ferreira) e André Silva (Jonathan Calleri). Técnico: Luis Zubeldía

Fonte: Esportes

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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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