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Polícias Civil e Militar prendem faccionados com drogas e arma de fogo em Matupá

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Três integrantes de uma façcão criminosa envolvidos com crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo foram presos em flagrante, na sexta-feira (14.3), em ação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Militar, no município de Matupá. As prisões integram os trabalhos do Programa Tolerância Zero do Governo do Estado para combate à atuação de facções criminosas em todo Mato Grosso.

As diligências iniciaram após as equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar levantarem informações de que faccionados estavam em uma residência no bairro Jardim União, realizando o comércio de entorpecentes, local em que também estariam armazenadas armas de fogo.

Com base nos levantamentos, os policiais passaram a monitorar o endereço, momento em que um dos suspeitos fugiu ao avistar as equipes. Os policiais conseguiram abordá-lo, sendo encontrado com ele uma porção de maconha.

Diante das evidências, as equipes policiais seguiram para a residência, onde encontraram o segundo suspeito. Em buscas no local, foi localizado, debaixo de um colchão, um revólver calibre 38 com quatro munições intactas e uma porção grande de maconha.

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Em continuidade às diligências, os policiais foram para outra residência onde estaria o responsável pela venda dos entorpecentes. No local, além da prisão do terceiro suspeito, foi realizada a apreensão de dinheiro, porções de pasta base e de cocaína e de uma balança de precisão, que estavam escondidos no forro da casa.

Todo material ilícito encontrado nas duas residências foi apreendido e os três suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Matupá, onde foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse ilegal de arma de fogo, sendo posteriormente colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Início de financiamentos do Move Brasil é adiado para 27 de julho

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O início dos financiamentos do programa Move Brasil – Entregadores e Motoapps foi adiado em duas semanas, para 27 de julho.

A linha de crédito estava prevista para a próxima segunda-feira (13) e é destinada à compra de motos e bicicletas por quem usa esses veículos como instrumento de trabalho.

Segundo o governo, a mudança no cronograma foi necessária para concluir testes tecnológicos e operacionais entre os sistemas envolvidos .

O que mudou

Com o adiamento, os trabalhadores aptos ao programa poderão procurar os bancos participantes somente a partir de 27 de julho para pedir o financiamento.

A análise dos pedidos será feita pela Caixa Econômica Federal, pelo Banco do Brasil e por outras instituições financeiras credenciadas.

Quem pode participar

O programa é voltado para profissionais que usam motocicletas ou bicicletas como ferramenta de trabalho . Podem participar:

  • entregadores por aplicativo que utilizam bicicleta;
  • entregadores por aplicativo que utilizam motocicleta;
  • motofretistas;
  • mototaxistas;
  • trabalhadores com vínculo formal de emprego ou atuação por plataformas digitais.

Como funciona

O primeiro passo é realizar o cadastro na plataforma gov.br/movebrasil . Após a inscrição, o governo verifica se o trabalhador atende aos critérios estabelecidos pelo programa.

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A aprovação do cadastro, no entanto, não garante automaticamente a liberação do crédito . O financiamento dependerá da análise realizada pela instituição financeira escolhida, que avaliará critérios como capacidade de pagamento e histórico de crédito do solicitante.

O que pode ser financiado

Cada beneficiário poderá financiar um único veículo zero-quilômetro, sem necessidade de pagamento de entrada . As opções disponíveis incluem:

  • bicicleta elétrica;
  • motoneta;
  • ciclomotor;
  • motocicleta elétrica;
  • motocicleta flex.

Os modelos deverão atender às regras definidas pelo programa.

Condições do crédito

O financiamento contará com garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO), mecanismo utilizado para reduzir o risco das operações e facilitar a concessão do crédito aos trabalhadores.

As principais condições são:

  • sem entrada;
  • financiamento de um veículo por beneficiário;
  • prazo de pagamento de até 48 meses;
  • carência de dois meses para o início das parcelas.

Por que houve adiamento?

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), o prazo adicional será utilizado para concluir a integração entre os sistemas dos órgãos públicos e das instituições financeiras.

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O objetivo é evitar falhas durante a contratação e garantir que o atendimento aos trabalhadores ocorra de forma segura desde o início das operações.

Dessa forma, o programa passa a iniciar efetivamente no próximo dia 27, quando os trabalhadores com cadastro aprovado poderão procurar os bancos para pedir o financiamento.



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