CURIOSIDADES
Etapa de Jundiaí mantém Arena Cross em aberto para final
CURIOSIDADES
A etapa de Jundiaí do Arena Cross Brasil 2026 consolidou o equilíbrio técnico da temporada e definiu o cenário para a decisão do campeonato, marcada para os dias 14 e 15 de agosto, durante o Festival Interlagos, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.
Realizada no formato Triple Crown na categoria PRO, a prova distribuiu pontuação completa em três baterias de menor duração, modelo que ampliou a competitividade ao longo da etapa e manteve a definição do resultado até a corrida final.
O evento reuniu arquibancadas lotadas e contou com ingressos obtidos por meio da troca por alimentos não perecíveis. Os donativos arrecadados serão destinados a mais de 100 entidades assistenciais cadastradas no Fundo Social de Solidariedade de Jundiaí.
Segundo o organizador do Arena Cross, Carlinhos Romagnolli, a etapa reafirmou a importância de Jundiaí no calendário da competição. “Jundiaí consolidou-se como uma das principais sedes do Arena Cross, reunindo grande participação do público e elevado nível técnico nas disputas”, afirmou.
O prefeito de Jundiaí, Guilherme Martinelli, destacou o impacto social da iniciativa. “Além do aspecto esportivo, o evento contribuiu para a arrecadação de alimentos que serão destinados às entidades assistenciais do município, ampliando o alcance social da competição”, declarou.
Disputas acirradas marcaram todas as categorias
Na categoria 50cc, o chileno Tomás Aguila conquistou sua segunda vitória consecutiva na temporada após disputar a liderança nas voltas iniciais com Enzinho Wiebbelling. Na 65cc, Lorenzo Ricken voltou a vencer e ampliou sua vantagem na classificação do campeonato.
A AX2 apresentou uma das provas mais disputadas da etapa. O brasileiro Gabi Andrigo superou o norte-americano Crockett Myers nas voltas finais, conquistando sua segunda vitória consecutiva e ampliando a liderança na classificação geral.
Na categoria PRO, Dean Wilson venceu a primeira bateria, Enzo Lopes conquistou a segunda após uma corrida de recuperação, e Wilson voltou a vencer a terceira e decisiva disputa, garantindo a vitória geral da etapa.
Apesar do resultado em Jundiaí, a classificação do campeonato permaneceu equilibrada. Dean Wilson e Enzo Lopes chegaram à Super Final empatados com 97 pontos, mantendo a definição do título em aberto para a etapa decisiva.
Com um calendário composto por quatro etapas, o Arena Cross Brasil 2026 reúne pilotos brasileiros e estrangeiros nas categorias PRO, AX2, 65cc e 50cc. A Super Final encerrará a temporada durante o Festival Interlagos, definindo os campeões do campeonato.
O Arena Cross Brasil 2026 conta com o patrocínio da Monster Energy, Honda, Pro Honda e Sportbay; copatrocínio de Yamaha, Kawasaki, Pirelli e Motul; apoio da Prefeitura de Jundiaí, Mila Moto, Revista Dirt Action, Show Radical e Moto Channel Brasil. A supervisão é da Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM), com realização da Romagnolli Promoções e Eventos e da Liga Nacional de Esportes a Motor (Linem).
CURIOSIDADES
a vida de Da Cunha em videogame
Unir a trajetória real de um parlamentar com a linguagem dos videogames parece uma tarefa ambiciosa, mas é exatamente o que faz “Da Cunha: O Caminho do Guerreiro”, um jogo independente brasileiro que acaba de ser lançado gratuitamente para navegador. A obra percorre, em cinco capítulos interativos, a vida do deputado federal Delegado Da Cunha, desde os tatames da Baixada Santista até os corredores do Congresso Nacional — e ainda avança para um futuro distópico, onde a luta pela justiça se reinventa. A produção já chama a atenção pela originalidade com que mistura gêneros e narrativa.
Do judô ao quartel: os dois primeiros atos
A primeira fase coloca o jogador em um dojô, controlando o próprio Da Cunha criança em um combate de judô. Usando os botões de defesa e ataque, é preciso aplicar a disciplina que o esporte ensina: esperar o momento certo para bloquear e contra-atacar. Cada vitória desbloqueia uma nova página da biografia, revelando desde a infância humilde em Santos até a frustração de ver o sonho olímpico escapar por um erro administrativo no quartel.
O segundo capítulo transpõe essa mesma disciplina para o ambiente militar. Em uma fase de plataforma com obstáculos, o jogador precisa correr, saltar e se equilibrar por cenários do 2º Batalhão de Infantaria Leve (2º BIL), onde Da Cunha serviu como oficial temporário por oito anos. Lembrando Pitfall, ele pula sobre arames farpados, jacarés e pântanos como desafios de habilidade.
Patrulhando a Zona Leste de São Paulo
O terceiro ato muda completamente de tom. No comando de uma viatura com visão aérea, o jogador patrulha a Zona Leste de São Paulo em uma mecânica que lembra o primeiro “Grand Theft Auto”, mas com uma diferença crucial: aqui, se está do lado da lei. Sob as ordens do Delegado Da Cunha — que se comunica por rádio ao longo da missão —, é preciso interceptar veículos suspeitos usando manobras táticas e o uso inteligente da sirene.
“Queríamos resgatar a nostalgia do gênero top-down, mas subvertendo a lógica da violência. Não há armas de fogo. O jogador precisa imobilizar os criminosos pela condução, e o acionamento da sirene tem um papel estratégico: ligada, ela imobiliza os inimigos próximos e afasta civis, mas alerta os bandidos; desligada, permite uma aproximação furtiva”, explica a equipe de desenvolvimento.
A progressão da fase reflete a ascensão na carreira policial: começa-se enfrentando olheiros do tráfico e “aviõezinhos”, passando pelos gerentes do crime organizado e culminando na captura do líder da organização. Ao final, a mensagem de rádio de Da Cunha resume o espírito da missão: “Agora vamos mudar a lei em Brasília pra ele continuar preso”.
A batalha parlamentar: o plenário como campo de guerra
O quarto capítulo é também um dos mais surpreendentes. Quando a história atinge a esfera política, o jogo se transforma em um “tower defense” (defesa de território) ambientado no Congresso Nacional. O objetivo é aprovar o Projeto de Lei 3780/2023 — um PL real, que propõe o endurecimento das penas para roubos e furtos — enquanto ondas de inimigos simbólicos tentam desidratar a proposta.
A mecânica é uma metáfora precisa do processo legislativo. O jogador constrói “torres” que representam estratégias reais de atuação parlamentar: a “Argumentação Jurídica” dispara citações e jurisprudências contra as divergências; a “Mobilização Popular” gera dano em área, simulando a pressão das redes sociais; e os “Dados Técnicos” causam impacto massivo, como um estudo comparado que convence os indecisos.
Os adversários também são figurativos: “Divergências” são oponentes comuns, “Obstruções” são requerimentos que atrasam a tramitação, e os temidos “Chefes de Emenda” tentam suprimir trechos inteiros do projeto, reduzindo a eficácia da lei. Para vencer, é preciso gerenciar recursos limitados e evoluir as torres ao longo de 15 ondas — uma alusão às sucessivas comissões pelas quais um projeto precisa passar até chegar à votação em plenário.
“O jogo foi pensado para ser divertido e nostálgico, mas também para mostrar, de forma prática e intuitiva, como funciona o complexo percurso de uma lei no Brasil. O jogador se diverte defendendo o PL e, no processo, entende o que é uma emenda supressiva ou um pedido de vista”, comenta a equipe.
O clímax futurista: a derrubada do veto
A jornada não termina no Plenário. Em um quinto capítulo inesperado, liberado somente após jogar as outras fases, o jogador é transportado para um futuro distópico, onde Da Cunha — agora uma espécie de combatente da resistência — pilota uma nave espacial para destruir as torres do lobby e derrotar o “Grande Veto” presidencial. A fase mistura ação frenética com simbolismo: cada projétil disparado representa um voto, cada torre destruída é um argumento vencido, e o tempo limitado impõe a urgência da articulação política.
A transição do cenário político para a ficção científica não é arbitrária; ela traduz visualmente a ideia de que a luta contra a impunidade é contínua e exige reinvenção. Ao derrotar o veto, o jogador assiste à promulgação da Lei 15.397/2026, e o jogo se encerra com uma lista detalhada das penas endurecidas — uma forma de mostrar que cada decisão na Câmara tem impacto direto na vida das pessoas.
Uma biografia interativa, gratuita e multiplataforma
Com visual em pixel art e trilha sonora original, “Da Cunha: O Caminho do Guerreiro” está disponível gratuitamente para computadores e dispositivos móveis, diretamente no navegador. O jogo não requer instalação e pode ser acessado em qualquer aparelho com conexão à internet.
Ao unir a trajetória pessoal de um parlamentar com a linguagem dos games, o projeto aponta para uma nova forma de comunicação política — uma em que o eleitor não apenas lê sobre as leis, mas as defende com as próprias mãos.
Sobre o Jogo:
– Título: Da Cunha: O Caminho do Guerreiro
– Plataforma: Web (HTML5 / PC e Mobile)
– Gênero: Luta / Plataforma / Ação Top-Down / Tower Defense / Shoot’em up
– Preço: Gratuito
– Acesse: http://delegadodacunha.com/jogo
-
ESPORTES7 dias atrásTorcedores se reúnem no centro de SP para assistir ao jogo do Brasil
-
POLÍCIA4 dias atrásOperação da Polícia Civil desarticula grupo que fornecia armas e drogas para facções rivais em Mato Grosso
-
POLÍCIA3 dias atrásForça Tática prende três pessoas e apreende porções de drogas em Tangará da Serra
-
POLÍCIA3 dias atrásPolícia Civil apreende caminhões com 1.284 toras de madeira sem documentação em Vila Bela da Santíssima Trindade
-
POLÍCIA6 dias atrásPolícia Civil MT cumpre mandados contra investigados por furtar uma fazenda em Confresa
-
POLÍCIA6 dias atrásPolícia Civil deflagra operação para reprimir grupo que desviava grãos por meio de furtos qualificados
-
POLÍCIA3 dias atrásPolícia Civil cumpre mandados e prende três pessoas em investigações de homicídios em Dom Aquino
-
POLÍCIA4 dias atrásPolícia Civil prende homem envolvido em furto de transformador de energia de universidade em Sinop


