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Morre ex-deputado mineiro Antônio Andrade

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Morreu na manhã desta quarta-feira (5) o ex-deputado Antônio Andrade (MDB), aos 71 anos. Ele exerceu dois mandatos na Câmara dos Deputados, entre 2007 e 2015. Em 2014, licenciou-se do mandato para assumir como ministro da Agricultura no biênio 2014 e 2015, durante o governo da presidente Dilma Rousseff. Entre 2015 e 2019, foi vice-governador de Minas Gerais na gestão de Fernando Pimentel (PT).

Filiado ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), presidiu o partido e ocupou uma cadeira na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) por três mandatos, entre 1994 e 2002. Era formado em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Minas Gerais.

Foi prefeito da cidade de Vazante (Noroeste do MG) de 1989 a 1992, cidade onde passou seus últimos anos de vida. O corpo de Antônio Andrade será velado na Câmara Municipal de Vazante e sepultado na mesma cidade.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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TCU pode avançar nesta semana em fiscalização proposta pela Coronel Fernanda contra venda casada

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O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar nesta semana a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural, proposta pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A iniciativa volta ao centro do debate em um momento de juros elevados, maior endividamento no campo e restrição ao acesso a financiamentos pelos produtores rurais.

A fiscalização foi solicitada pela parlamentar e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. Agora, caberá ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de crédito rural, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios (seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos), como condição para a liberação dos financiamentos, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise pelo TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, tem defendido a parlamentar.

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Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, órgão supervisor do sistema financeiro, também será objeto da apuração.

A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28/1). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam dinheiro público. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.

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