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Vasco vence o Madureira e desencanta no Carioca
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O Vasco conquistou nesta quinta-feira (23), sua primeira vitória no Campeonato Carioca. O Gigante da Colina derrotou o Madureira por 2 a 0 na Arena da Amazônia, em Manaus, pela quarta rodada do Estadual. A partida marcou a estreia do técnico Fábio Carille e dos reforços Lucas Oliveira e Tchê Tchê, além da utilização do time principal pela primeira vez no ano.
A partida foi precedida por uma troca de farpas entre os clubes, com o Madureira acusando o Vasco de “soberba” por não compartilhar o voo para Manaus. Em campo, o Vasco, com força máxima, dominou o primeiro tempo. Aos cinco minutos, Lucas Piton desperdiçou grande chance, chutando para fora. Aos 14, Alex Teixeira parou no goleiro Mota após cruzamento de Tchê Tchê.
O gol vascaíno saiu aos 21 minutos, após erro na saída de bola do Madureira. Tchê Tchê aproveitou a falha e tocou para Paulinho, que finalizou para abrir o placar. O Madureira tentou reagir e levou perigo aos 44 minutos, com um chute de Marcelo após cobrança de escanteio.
No segundo tempo, o Madureira voltou melhor e criou oportunidades com Renato Henrique e Gustavo Coutinho. O Vasco respondeu com Vegetti, que recebeu ótimo passe de Philippe Coutinho, mas finalizou para fora.
Carille promoveu as primeiras substituições aos 20 minutos, com as entradas de Maxime Dominguez e Mateus Carvalho nos lugares de Alex Teixeira e Paulinho. Aos 29, Payet substituiu Coutinho. Apesar das mudanças, o Vasco só voltou a marcar nos acréscimos. Aos 50 minutos, Vegetti, de cabeça, aproveitou cruzamento da direita e fechou o placar em 2 a 0.
Com a vitória, o Vasco chega a seis pontos e ocupa a quinta colocação. O Madureira, com quatro pontos, está em décimo.
FICHA TÉCNICA
VASCO 2X0 MADUREIRA
Local: Arena da Amazônia, Manaus (AM)
Data: 23/01/2025
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Júlio César de Oliveira
Cartão amarelo: Paulinho e Léo Jardim (Vasco) e Marcelo e Minho (Madureira)
Gols: Paulinho, aos 21′ do 1ºT, Vegetti, aos 50′ do 2ºT (Vasco)
VASCO: Léo Jardim; Paulo Henrique (Puma Rodríguez), João Victor, Lucas Oliveira e Lucas Piton; Jair, Tchê Tchê (Hugo Moura), Paulinho (Mateus Carvalho) e Philippe Coutinho (Payet); Alex Teixeira (Maxime Dominguez) e Vegetti
Técnico: Fábio Carille
MADUREIRA: Mota; Celsinho, Arthur (Wellington Zarú), Jean e Caio Felipe; Matheus Lira (Lucas Paraíba), Wagninho, Wallace (Jefferson Victor) e Marcelo; Gustavo Coutinho (Minho) e Flávio Souza (Renato Henrique) Técnico: Daniel Neri
Fonte: Esportes
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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos
Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.
A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.
Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.
Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.
Relação com Lionel Messi
Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.
A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.
Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.
Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.
“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.
A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino
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