CUIABÁ

POLITÍCA NACIONAL

Governo sanciona crédito de R$ 1,97 bilhão para recuperação do setor agropecuário gaúcho

Publicados

POLITÍCA NACIONAL

O setor agropecuário do Rio Grande do Sul terá acesso a R$ 1,97 bilhão para enfrentar os danos causados pelas chuvas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou na última sexta-feira (20) a Lei 15048/24, baseada na Medida Provisória 1254/24, enviada pelo Executivo em agosto e aprovada pelo Congresso Nacional sem alterações no texto original.

Os recursos serão aplicados em programas de apoio a agricultores e pecuaristas. Entre as principais ações previstas estão:

  • financiamento para custeio e comercialização de produtos agropecuários;
  • investimentos em atividades rurais e agroindustriais;
  • apoio ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

A decisão foi motivada pelas fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul entre abril e maio deste ano, afetando mais de 2,4 milhões de pessoas e deixando cerca de 616 mil desabrigadas, segundo dados da Defesa Civil. As enchentes submergiram plantações, dizimaram rebanhos e comprometeram estoques de grãos.

A produção agropecuária sofreu grandes prejuízos, incluindo perdas no transporte, armazenamento e comercialização de produtos. Dados da Confederação Nacional de Municípios (CNM) indicam que os danos na agricultura ultrapassaram R$ 3 bilhões, com impactos significativos em culturas como soja, arroz e milho, além de prejuízos na pecuária.

Leia Também:  Avança proposta que renova e amplia cotas raciais no serviço público federal

Da Redação – RS
Com informações da Agência Senado

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLITÍCA NACIONAL

Ministros ordenam que Lula e Janja removam vídeos contra Flávio

Publicados

em

 

Os ministros Nunes Marques e André Mendonça, respectivamente presidente e vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (STF), determinaram a remoção de vídeos na internet que alertam para um possível corte radical em programas sociais caso o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) vença a eleição presidencial.

Nunes Marques ordenou a remoção, em até 24 horas, de um vídeo publicado em perfis das redes sociais da primeira-dama Janja Lula da Silva, segundo o qual Flávio teria a intenção de impor jornada de trabalho de sete dias por semana e acabar com programas assistenciais como o Farmácia Popular.

Já Mendonça deu três horas para a remoção de um vídeo publicado pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, que alerta para um possível corte radical em programas sociais caso o senador Flávio Bolsonaro (PL) vença a eleição. “Se o Flávio vence, você perde”, diz o mote da propaganda.

O vídeo, publicado nos perfis de Lula nas redes sociais, destaca os cortes de R$ 200 bilhões que Flávio já declarou que pretende fazer no orçamento, e diz que isso resultará na redução de recursos “no Pé-de-Meia, no Farmácia Popular, no Minha Casa, Minha Vida, na merenda escolar, no gás do povo”.

Leia Também:  Comissão de Constituição e Justiça aprova novos prazos para INSS analisar pedidos de benefícios

“Não vão dar aumento do salário mínimo para os trabalhadores acima da inflação e não vão dar aumento do salário mínimo para os aposentados”, diz o vídeo em outro trecho.

Liberdade de expressão

Ambos os ministros do TSE reconheceram que parte dos vídeos está protegida pela liberdade de expressão e de crítica política, mas que afirmações sobre cortes em programas específicos não encontram “lastro mínimo” na realidade, seja no programa de Flávio Bolsonaro ou em declarações do candidato.

Para Mendonça, a intervenção da Justiça Eleitoral se justifica pelo fato de a propaganda “atribuir ao adversário propostas específicas que não encontram respaldo nos elementos objetivos disponíveis”.

O ministro destacou que o programa de governo de Flávio menciona especificamente a manutenção de programas sociais.

As decisões monocráticas (individuais) de remoção de conteúdo ainda devem ser submetidas a julgamento pelo plenário do TSE.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA