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Polícia Civil de MT apresenta estudo de caso sobre investigação cibernética em Brasília

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Operações contra crimes cibernéticos, realizadas pela Polícia Civil de Mato Grosso, foram destaque no primeiro dia do Encontro Nacional de Delegacias Cibernéticas do país, em Brasília, nesta terça-feira (26.11). O evento, que reúne representantes das Polícias Civis de todos os Estados, é coordenado pela Polícia Civil do Distrito Federal e Ministério da Justiça.

Em dois dias de programação, os participantes conhecerão estudos de casos sobre investigação cibernética realizados em diversos Estados. Um exemplo é a Operação Código Seguro, conduzida pela Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos, da Polícia Civil mato-grossense.

Os delegados Juliana Palhares e Gustavo Godoy falaram no evento sobre a investigação que identificou os responsáveis por tentativas de acessos indevidos a sistemas policiais utilizando credenciais vazadas. A operação Código Seguro teve duas fases – uma em julho e outra neste mês de novembro.

De acordo com o delegado adjunto da DRCI, Gustavo Godoy, as tentativas de acesso ao sistema da Polícia Civil foram feitas a partir de registros de conexão em três endereços diferentes em cidades dos Estados do Ceará, Paraná e São Paulo.

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A delegada titular da DRCI reforçou a importância da operação para a segurança dos sistemas institucionais. “A operação é um marco na proteção dos dados da Polícia Civil e de outras instituições públicas. Continuaremos atuando com rigor para identificar e responsabilizar aqueles que tentam comprometer a integridade dos nossos sistemas”, disse Juliana Palhares.

O evento em Brasília abordará ainda outros trabalhos das instituições bancárias em cooperação com as Polícias Civis, uso de inteligência artificial, programa Escola segura, atuação dos provedores de conteúdo nas requisições policiais e os desafios da investigação cibernética no País.

Com a colaboração da Academia de Polícia (Acadepol), todo o conteúdo apresentado no encontro de Brasília será posteriormente multiplicado às delegacias da Polícia Civil de Mato Grosso.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Imagens Policia Civil

Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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