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Polícia Civil prende mais um alvo de operação contra autores de homicídio de jovem em Cocalinho

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O quinto e último alvo da Operação Tribunal Paralelo, deflagrada pela Delegacia de Cocalinho, com alvo nos autores do homicídio de uma jovem no município, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (28.02), em Novo São Joaquim. O crime ocorreu no dia 08 de fevereiro no bairro Alto Cocalinho.

O suspeito de 21 anos foi localizado em ação realizada pelos policiais da Delegacia de Novo São Joaquim em frente uma residência no município. Ao perceber a presença dos policiais, o suspeito tentou empreender fuga, porém foi detido pela equipe de investigadores.

A Operação Tribunal Paralelo foi deflagrada no sábado (24.02) para cumprimento de 10 ordens judiciais, sendo cinco mandados de busca e apreensão, quatro de prisões temporárias e um de internação provisória de uma adolescente. O grupo investigado responde pelos crimes de homicídio qualificado, tortura, corrupção de menores e por integrarem organização criminosa.

A Delegacia de Cocalinho apura outras mortes e desaparecimentos de pessoas no município, como o de Diogo Rosendo de Souza, que foi visto com parte dos criminosos investigados em 11 de novembro do ano passado e depois disso, não retornou mais para casa. Neste caso, três pessoas já foram presas temporariamente e diligências são realizadas para a localização dos restos mortais da vítima.

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Execução

Vitória Régia Pereira de Santana, de 21 anos, foi executada com três disparos de arma de fogo, após ser atraída até o local dos fatos para fazer consumo de substância entorpecente.

Duas semanas antes de ser morta, Vitória havia procurou a Delegacia de Cocalinho buscando auxílio, pois já tinha sofrido diversos castigos físicos (salves) de integrantes de uma facção criminosa na cidade. Cansada das lesões sofridas e com a morte ‘decretada’ pelo grupo criminoso, Vitória resolveu relatar na delegacia quem seriam os responsáveis pelos castigos e por sua execução.

Diante da gravidade do caso e ciente de que as ameaças iriam se concretizar, a equipe policial encaminhou a vítima para exames. Na sequência, com apoio da área de assistência social do município, foi obtida uma passagem para retirar a vítima da cidade e Vitória foi embarcada em ônibus para outro município.

No dia 08 de fevereiro, a Polícia Civil foi comunicada sobre a execução da jovem.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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