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Mais um envolvido em homicídio de adolescente de Cáceres é preso pela Polícia Civil

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Policiais civis de São José do Rio Claro, na região médio-norte do estado, prenderam nesta quarta-feira (15.06) um dos investigados pelo homicídio de uma adolescente em Cáceres. O crime ocorreu no início deste ano.

O investigado de 22 anos estava com mandado de prisão preventiva expedido pela Comarca de Cáceres.

Nathaly Teotonio Mariano, de 14 anos, desapareceu em janeiro e o corpo foi localizado mais de dois meses depois, enterrado em uma cova rasa.

Outra prisão

Outro envolvido no crime foi preso no início deste mês, em Mirassol d’F.T.L., de 30 anos, foi preso em Mirassol d’Oeste. Ele foi identificado como a pessoa responsável por levar a adolescente até o local onde ela foi morta.

Nathaly desapareceu no início de janeiro, após presenciar a execução de um homicídio no bairro Vista Alegre. Ela fez o último contato com familiares no dia 05 de janeiro e depois não foi mais vista.

A vítima teria presenciado o homicídio de Eduardo Henrique de Arruda, 23 anos. O rapaz foi alvejado por disparos de arma de fogo na tarde do dia 5 de janeiro, em uma rua do bairro Vista Alegre.

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O corpo da adolescente foi localizado em 23 de março, após buscas realizadas pela equipe da Delegacia de Cáceres com apoio do Corpo de Bombeiros. Ela estava enterrada em uma cova rasa, no bairro Jardim Industrial, e o corpo foi encontrado com auxílio de cães farejadores.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil cumpre 26 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico e lavagem de capitais

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.10), a Operação Fio para cumprimento de 26 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais. 

Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, expedidas pela Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo da Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

Os mandados são cumpridos simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, e Litoral Sul de São Paulo. A operação conta com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, Delegacia de Mirassol d’Oeste e Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).

Investigações

As ordens judiciais são decorrentes de investigação conduzida pela Polícia Civil que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes e com a movimentação de recursos relacionados às atividades criminosas.

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No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a participação de diferentes investigados na atividade criminosa, além de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada de alguns dos envolvidos e possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.

Entre os alvos está um investigado que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande. Na ocasião, homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos em sua direção, porém ele não foi atingido. Posteriormente, o investigado teria se deslocado para outra localidade. 

As circunstâncias do atentado e eventual relação do episódio com a atividade do tráfico e outras situações apuradas dentro na Operação Fio permanecem sob investigação.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Descapitalização financeira

As 12 medidas de bloqueios de bens possuem limites definidos conforme a situação de cada alvo. Para alguns investigados, foi autorizado o bloqueio integral dos ativos financeiros eventualmente localizados, enquanto, para outros, foram estabelecidos limites individualizados, com valores aproximados de R$ 300 mil, podendo alcançar R$ 1,4 milhão no maior limite individual fixado.

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As medidas cautelares buscam interromper a atuação criminosa investigada, preservar elementos de prova e evitar a eventual dissipação de ativos que possam estar relacionados aos delitos apurados.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

As investigações prosseguem, especialmente com a análise dos novos elementos que forem arrecadados durante o cumprimento das medidas judiciais, visando ao aprofundamento das apurações e à conclusão da investigação.

A ação reforça a atuação permanente da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas, assim como a importância da participação da sociedade no fornecimento de informações que possam contribuir para a identificação e responsabilização de pessoas envolvidas em atividades criminosas.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 



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