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Esposa de Davi dá entrevista e fala sobre relação do marido com Isabelle: ‘Depilou’

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Enquanto Davi comemora a carta que recebeu da família no “BBB 24“, fora da casa a relação não está tão amistosa entre as pessoas próximas a ele. A mãe do motorista de aplicativo, Elisângela Brito, publicou um vídeo nas redes sociais comentando a relação do participante com Isabelle e afirmando que a mulher do brother, Mani Rêgo, “deve estar sofrendo” com a proximidade entre os dois. Mas a comerciante demonstrou lidar bem com a questão numa entrevista nesta segunda-feira (19).

— Eu não acho maldade ali, não consegui observar ainda. As pessoas tomam banho juntas lá. Ela já depilou as costas dele. Davi não tem nenhum amigo lá, e quem faz isso em casa sou eu. Quem estava disponível para ajudar ele naquele momento foi a Isabelle — comentou Mani no podcast PodZé, sobre fato de a amazonense ter chamado Davi para tomar banho com ela.

Mani revelou ainda que, antes de entrar na casa, os dois tiveram uma conversa e que deu a ele a opção de entrar na casa solteiro, o que ele negou. Ela só pediu para que ele não a expusesse nem a fizesse sofrer com suas atitudes no reality.

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— Ele tinha a opção de entrar solteiro. Sentei e conversei com o Davi e falei: “Você tem a opção de entrar solteiro, é uma decisão sua, não vou te impedir”. Ele chorou e falou que ia entrar casado e sair casado. Ele já falou várias vezes que com Isabelle ele tem amizade e que me amava, contou nossa história. É isso que me fortalece também — avalia.

Mani disse que sua preocupação com Davi no programa é em relação à convivência com os outros participantes: O sentimento que eu tenho é de tristeza quando eu vejo algumas situações lá dentro e de saudade. Situações de preconceito, discriminação.

Fonte: TOP FAMOSOS

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CURIOSIDADES

Ensino da dança é tema de seminário nacional em Paracuru

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Reflexões sobre os novos paradigmas do ensino da dança na contemporaneidade entram em pauta no Seminário Nacional de Dança de Paracuru, que reunirá, na cidade litorânea do Ceará, localizada a 90 km da capital Fortaleza, profissionais de diversas partes do país, entre artistas, professores, pesquisadores e pensadores dessa arte. O evento acontecerá no Centro Cultural Companhia de Dança de Paracuru, de 13 a 15 de agosto, com debates sobre corpo, tecnologia, presença e diversidade. As atividades são gratuitas e devem ser realizadas diretamente no local.

O Seminário integra a Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), é realizado pelo Governo do Brasil, por meio do Ministério da Cultura, e pela Escola de Dança de Paracuru. Conta com apoio do Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura, e produção da Associação de Bailarinos de Paracuru.

Eixos temáticos

Cinco eixos temáticos vão conduzir as discussões: “Desacelerar como gesto político”, “O corpo como pensamento”, “Tecnologia, poder e corpo”, “Presença, vínculo e política do encontro” e “Corpos diversos, técnicas plurais”. A proposta é tensionar tradição e reinvenção, presença e mediação, corpo e tecnologia, reafirmando o tempo próprio da experiência corporal como espaço de resistência e criação.

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Convidados

O Seminário Nacional de Dança de Paracuru trará à cidade de Paracuru alguns dos mais proeminentes pensadores do ensino da dança no Brasil da atualidade. Entre os convidados confirmados estão nomes de destaque no cenário nacional, como Rousejanny Ferreira (Instituto Federal de Goiás), Robson Lourença (Universidade Anhembi Morumbi), Gilsamara Moura (Universidade Federal da Bahia – UFBA e Festival Internacional de Dança de Araraquara – FIDA), Daniela Amoroso (UFBA), Denise Parra (Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará – ICA/UFC), Ernesto Gadelha (Secult-CE), Isabelle Pitta Rocha (Universidade Federal de Alagoas – UFAL), além das professoras Cláudia Pires e Bilica Léo (Porto Iracema das Artes).

Para o bailarino e professor Flávio Sampaio, fundador da Escola de Dança de Paracuru e coordenador geral do evento, a realização do Seminário surge a partir da ideia de que o ensino da dança insiste em um tempo que não se acelera sem perdas, que não se reduz à lógica da eficiência e que não se resolve na esfera da compreensão intelectual. “O corpo precisa repetir, falhar, insistir. Precisa demorar”, defende. “Interessa-nos menos adaptar a dança ao ritmo do mundo e mais compreender o que a dança resiste em não se tornar. Há, no corpo que aprende, uma inteligência que não se apressa. Há, no gesto que se forma, um tempo que não se negocia”, acrescenta. A questão, segundo Flávio Sampaio, talvez não seja como ensinar mais rápido, mas como seguir ensinando aquilo que só o tempo pode revelar.

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O seminário é uma oportunidade para profissionais e estudantes de dança compartilharem experiências, debates e práticas, contribuindo para a formação de um olhar crítico e contemporâneo sobre a arte da dança.

Sobre a Escola de Dança de Paracuru

Fundada em 2003 por Flávio Sampaio e reconhecida como Ponto de Cultura desde 2020, a Escola de Dança de Paracuru tem como missão formar bailarinos e capacitar profissionais da dança, com foco especial em crianças e jovens das classes populares. Com uma grade curricular de oito anos e mais de 2.400 horas/aula, a escola oferece cursos regulares e livres, promovendo não apenas a técnica, mas também o desenvolvimento humano, a consciência corporal e a reflexão crítica. Além da dança, os alunos têm contato com teatro, música, artes plásticas e história, recebendo uma formação cultural ampla e transformadora.



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