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Musa do carnaval, Erika Schneider revela como lida com críticas: ‘Tento me blindar’

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musa das escolas de samba Águia de Ouro, em São Paulo, e Porto da Pedra, no Rio de Janeiro, Erika Schneider,  quer mostrar que tem samba no pé ao atravessar a passarela. Aos 32 anos de idade, a influenciadora afirma não ter feito mudanças na dieta para o Carnaval 2024. De acordo com ela, apenas manteve os hábitos saudáveis já incorporados ao dia a dia.

Assumidamente vaidosa, Erika critica a pressão social para os físicos femininos. “A sociedade impõe essa ‘perfeição do corpo’ para muitas mulheres. No Big Brother, vimos essa questão de ‘perfeição do corpo’ ser debatida. Muitas musas e rainhas também enfrentam esses julgamentos. As pessoas julgam o corpo, a idade… Vimos, recentemente, a Paolla Oliveira, que é uma mulher maravilhosa, ser julgada pelo físico e pela idade”, diz.

No ensaio para as lentes do fotógrafo Leandro Muller e beleza assinada por Renato Mendes, Erika usa um look com os versos “Bate forte coração que emoção quando ela pisa a passarela”, um dos icônicos sambas já apresentados pela Águia de Ouro. Neste ano, a agremiação paulistana tem como enredo “Nas Ondas do Rádio”, celebrando os 100 anos de rádio no Brasil, completados em 2022. “Desfilo à frente de um carro que representa uma rádio mais moderna, tecnológica. A fantasia vem nessa pegada moderna e o look está em fase de provas.”

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Diante das exigências e críticas, ela mostrou que sabe lidar muito bem com tudo isso. “Tento me blindar desses comentários sobre o corpo. A gente nunca vai agradar 100%. Ou acham magra demais, ou gorda demais… É importante tentar se blindar. Nunca dá para agradar todo mundo, nem devemos ter como meta esse lance de querer agradar a todos. A gente tem que se agradar, declarou.

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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