MATO GROSSO
Madrinha do Flor Ribeirinha, primeira-dama de MT comemora o quarto título mundial do grupo folclórico
MATO GROSSO
Diretor Artístico do Flor Ribeirinha, Avinner, madrinha do grupo primeira-dama de MT, Virginia Mendes, e a fundadora do Flor Ribeirinha Domingas Leonor
A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, que é madrinha do grupo, compartilhou a publicação colaborativa do Flor Ribeirinha e comentou. “Estou muito feliz e orgulhosa com esse título. Quero logo, logo, estar com vocês para comemorar. Esse grupo maravilhoso tem feito história, levando nossa cultura para o mundo, um trabalho lindo e de muita dedicação da querida dona Domingas e dos seus netos que se dedicam a este espetáculo maravilhoso”, comemorou Virginia Mendes.
“Valorizar a nossa cultura é algo que o atual Governo não mede esforços. Agradeço ao governador Mauro Mendes por esse olhar atencioso, porque a nossa cultura desperta o anseio de muitas histórias do segmento alcançar o sucesso”, ratificou Virginia Mendes.
O convite para a participação do grupo partiu da Federação Internacional de Festivais de Danças Folclóricas-FIDAF BRASIL.
Cheonan World Dance Festival é considerado o maior do segmento em todo o continente asiático e, ao longo de toda a programação deste ano, foram mais 200 mil expectadores. Ao todo, foram 17 países na competição internacional da Ásia. As companhias nacionais de folclore da África do Sul, Polônia, Malásia, China, República Tcheca, Costa Rica, Equador, Tahiti e Filipinas.
Este ano o Flor Ribeirinha comemora 30 anos e o título chega num momento mais que especial.
A presidente do grupo Flor Ribeirinha, Domingas Leonor da Silva, destacou a importância em participar da competição internacional e disse que o Flor Ribeirinha carrega em sua bagagem a identidade do povo cuiabano e brasileiro. “Para mim, é um grande orgulho mostrar as nossas tradições e as nossas raízes em continentes tão distantes”,enfatizou a fundadora do grupo.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Wilson Santos propõe túnel para travessia segura de capivaras entre Parque das Águas e ALMT
Já se tornou comum deparar com grupos de capivaras nos gramados e chafariz da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Os registros frequentemente chamam a atenção de servidores, visitantes e parlamentares, além de renderem imagens curiosas compartilhadas nas redes sociais. Essa presença inspirou o deputado estadual Wilson Santos (PSD) a propor o Projeto de Resolução nº 428/2024 que prevê a criação de passagens subterrâneas (ecodutos) destinadas à travessia segura de pequenos animais entre o Parque das Águas e a Casa de Leis.
O projeto foi apresentado em 2024 e aprovado em primeira votação no último dia 19 de maio. Ele agora cumpre pauta de cinco sessões para voltar à apreciação do plenário.
Conforme o parlamentar, a medida vai além da proteção animal e, também, representa um investimento em segurança viária. “Com a aplicação da passagem subterrânea, além da proteção dos animais, especialmente das capivaras, serão evitados diversos acidentes provocados quando motoristas precisam desviar dos animais durante a travessia. Precisamos adotar medidas concretas para preservar a vida animal e oferecer mais segurança à população”, destacou.
Um dos momentos que mais despertou atenção da população foi quando um grupo de capivaras foi flagrado no chafariz da ALMT como uma verdadeira “piscina”. Enquanto algumas se refrescavam na água, outras aproveitavam a grama do local para se alimentar. A cena reforçou a necessidade de medidas que garantam a convivência harmoniosa entre o ambiente urbano e a fauna silvestre.
Projeto –A passagem subterrânea deverá ser construída sob a camada asfáltica que separa o Parque das Águas da Assembleia Legislativa, permitindo que os animais realizem a travessia sem precisar cruzar a pista de veículos. A estrutura poderá ser executada em concreto armado, material cerâmico ou outro elemento que apresente resistência e segurança adequadas.
Wilson ressalta ainda que a iniciativa atende a uma preocupação crescente com a preservação ambiental em áreas urbanizadas. Para ele, a instalação das passagens subterrâneas representa uma solução prática e sustentável para reduzir a mortalidade da fauna local e fortalecer a consciência de proteção ao meio ambiente.
Caso aprovada, a proposta poderá transformar a região em uma referência de convivência entre desenvolvimento urbano, mobilidade e preservação da biodiversidade, garantindo que as capivaras tenham uma rota segura para circular entre os dois espaços.
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