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Cantor Regis Danese, passa por cirurgia de urgência após grave acidente: ‘Muita dor’

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O cantor gospel Regis Danese, passou por uma cirurgia de emergência na madrugada desta quinta-feira (31), após sofrer um grave acidente de trânsito. A caminhonete que o artista usava para chegar ao local onde faria um show colidiu com uma carreta na região de Ceres (GO), distante cerca de 180 km de Goiânia. Na colisão, o cantor teve um órgão perfurado, três costelas quebradas e um braço fraturado.

“Vou ter que passar por uma cirurgia de urgência. Aconteceu uma perfuração, os médicos não sabem se é no estômago ou no intestino delgado. Orem por mim”, disse Regis em um vídeo publicado nas redes sociais nesta madrugada.

“Quebrei o braço, vou ter que operar, quebrei três costelas, perfurou aqui, não sei se foi o intestino, mas ainda estou vivo. Vou entrar na sala de cirurgia agora. O médico falou que não tinha como esperar, é urgente. Foi muito grave, perda total do carro, da caminhonete. O médico disse que, se fosse um carro menor, eu não estaria aqui”, completou o cantor.

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O artista disse estar com dificuldade para falar por conta dos ferimentos e contou que os médicos lhe prescreveram morfina, para que ele consiga lidar com a dor. A família de Regis Danese também se pronunciou nas redes sociais. Kelly Danese, casada com o cantor, e Brenda Danese, uma das filhas do artista, gravaram um vídeo em que contam que estavam em Goiânia devido a compromissos profissionais e que quem acompanhava Regis no carro era o irmão e assessor dele, Daniel, que não sofreu nenhum ferimento no acidente.

Elas explicaram que o cantor gospel foi socorrido e levado em um primeiro momento para um hospital na cidade de Jaraguá, antes de ser transferido para Goiânia. Kelly disse que o marido teve um trauma torácico e que também precisaria operar o braço quebrado. Confira abaixo:

Fonte: TOP FAMOSOS

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CURIOSIDADES

Ensino da dança é tema de seminário nacional em Paracuru

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Reflexões sobre os novos paradigmas do ensino da dança na contemporaneidade entram em pauta no Seminário Nacional de Dança de Paracuru, que reunirá, na cidade litorânea do Ceará, localizada a 90 km da capital Fortaleza, profissionais de diversas partes do país, entre artistas, professores, pesquisadores e pensadores dessa arte. O evento acontecerá no Centro Cultural Companhia de Dança de Paracuru, de 13 a 15 de agosto, com debates sobre corpo, tecnologia, presença e diversidade. As atividades são gratuitas e devem ser realizadas diretamente no local.

O Seminário integra a Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), é realizado pelo Governo do Brasil, por meio do Ministério da Cultura, e pela Escola de Dança de Paracuru. Conta com apoio do Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura, e produção da Associação de Bailarinos de Paracuru.

Eixos temáticos

Cinco eixos temáticos vão conduzir as discussões: “Desacelerar como gesto político”, “O corpo como pensamento”, “Tecnologia, poder e corpo”, “Presença, vínculo e política do encontro” e “Corpos diversos, técnicas plurais”. A proposta é tensionar tradição e reinvenção, presença e mediação, corpo e tecnologia, reafirmando o tempo próprio da experiência corporal como espaço de resistência e criação.

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Convidados

O Seminário Nacional de Dança de Paracuru trará à cidade de Paracuru alguns dos mais proeminentes pensadores do ensino da dança no Brasil da atualidade. Entre os convidados confirmados estão nomes de destaque no cenário nacional, como Rousejanny Ferreira (Instituto Federal de Goiás), Robson Lourença (Universidade Anhembi Morumbi), Gilsamara Moura (Universidade Federal da Bahia – UFBA e Festival Internacional de Dança de Araraquara – FIDA), Daniela Amoroso (UFBA), Denise Parra (Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará – ICA/UFC), Ernesto Gadelha (Secult-CE), Isabelle Pitta Rocha (Universidade Federal de Alagoas – UFAL), além das professoras Cláudia Pires e Bilica Léo (Porto Iracema das Artes).

Para o bailarino e professor Flávio Sampaio, fundador da Escola de Dança de Paracuru e coordenador geral do evento, a realização do Seminário surge a partir da ideia de que o ensino da dança insiste em um tempo que não se acelera sem perdas, que não se reduz à lógica da eficiência e que não se resolve na esfera da compreensão intelectual. “O corpo precisa repetir, falhar, insistir. Precisa demorar”, defende. “Interessa-nos menos adaptar a dança ao ritmo do mundo e mais compreender o que a dança resiste em não se tornar. Há, no corpo que aprende, uma inteligência que não se apressa. Há, no gesto que se forma, um tempo que não se negocia”, acrescenta. A questão, segundo Flávio Sampaio, talvez não seja como ensinar mais rápido, mas como seguir ensinando aquilo que só o tempo pode revelar.

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O seminário é uma oportunidade para profissionais e estudantes de dança compartilharem experiências, debates e práticas, contribuindo para a formação de um olhar crítico e contemporâneo sobre a arte da dança.

Sobre a Escola de Dança de Paracuru

Fundada em 2003 por Flávio Sampaio e reconhecida como Ponto de Cultura desde 2020, a Escola de Dança de Paracuru tem como missão formar bailarinos e capacitar profissionais da dança, com foco especial em crianças e jovens das classes populares. Com uma grade curricular de oito anos e mais de 2.400 horas/aula, a escola oferece cursos regulares e livres, promovendo não apenas a técnica, mas também o desenvolvimento humano, a consciência corporal e a reflexão crítica. Além da dança, os alunos têm contato com teatro, música, artes plásticas e história, recebendo uma formação cultural ampla e transformadora.



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