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São Paulo vence na Venezuela e segue na liderança da Sul-Americana

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O São Paulo visitou a A. Puerto Cabello-VEN nesta terça-feira (23) e venceu por 2 a 0, pela 4ª rodada da fase de grupos da CONMEBOL Sul-Americana. Os gols da partida foram marcado por Wellington Rato, em cobrança de falta no 1º tempo, e Alisson, nos acréscimos da etapa final.

Com a vitória, o Tricolor chegou aos dez pontos na liderança do grupo D, com três vitórias e um empate. Tigre-ARG, com seis pontos, e Tolima-COL, com quatro, se enfrentam nesta quarta-feira, na Argentina.

Invicto no torneio, o Tricolor teve sua primeira boa chance em solo venezuelano aos 17 minutos. Marcos Paulo ajeitou para Rato, que finalizou da entrada da área com perigo. O goleiro adversário espalmou, cedendo escanteio.

Na sequência, após boa jogada de Marcos Paulo e Rodriguinho, Juan recebeu na entrada da área e sofreu falta aos 28 minutos. Rato partiu para a cobrança e bateu colocado no ângulo esquerdo para inaugurar o placar. Tricolor na frente!

Na segunda etapa, o São Paulo buscou controlar o jogo e contou com as entradas de Alisson, Calleri, Pablo Maia, Luciano e Gabi.

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Já nos acréscimos, Luciano comandou o contra-ataque e distribuiu para Alisson. O atacante dominou pelo lado esquerdo da área e tirou do goleiro para dar números finais à partida. Sem sofrer gols na Venezuela, o Tricolor segue sem ser vazado na atual edição da Sul-Americana.

A. PUERTO CABELLO 0 X 2 SÃO PAULO

Local: Estádio Misael Delgado, em Valência (VEN)
Data: 23/05/2023 (terça-feira)
Gols: W.Rato (28/1T) e Alisson (49/2T)
Cartões amarelos: Danny Pérez (A. Puerto Cabello); Alan Franco, Marcos Paulo, Pablo Maia e Raí Ramos (São Paulo)

Árbitro: Bryan Loayza (Equador)
Assistentes: Ricardo Baren (Equador) e Dennys Guerrero (Equador)
Quarto árbitro: Augusto Aragon (Equador)
VAR: Roberto Sánchez (Equador)

SÃO PAULO: Rafael; Raí Ramos, Diego Costa, Alan Franco e Patryck; Luan (Pablo Maia, 19/2T); M. Araujo, Rodriguinho (Alisson, intervalo), W. Rato (Calleri, 19/2T) e Marcos Paulo (Luciano, 31/2T); Juan (Gabi, 39/2T). Técnico: Dorival Júnior.

A. PUERTO CABELLO: Luis Romero; Carlos Rivero, Edwin Peraza, Kevin De La Hoz (Andrés Montero, 31/2T) e Diego Osio; José Granados, Juan Colina (Gideon Iliya, 16/2T), George Ayine (Junior Cedeño, 10/2T) e Danny Pérez; Williams Lugo (Richard Figueroa, 31/2T) e Luifer Hernández (Alfredo Stephens, 16/2T). Técnico: Noel Sanvicente.

Fonte: Esportes

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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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