CUIABÁ

POLÍCIA

Polícia Civil prende fornecedor de produtos e medicamentos falsificados em Cuiabá

Publicados

POLÍCIA

A Delegacia Especializada de Estelionatos e outras Fraudes (DEEF) prendeu em flagrante, nesta terça-feira (09.05), na Capital, um falsificador de medicamentos e produtos terapêuticos vendidos em academias da cidade.

Durante a investigação, a delegacia especializada obteve informações de que o homem de 38 anos adquiria insumos e subprodutos químicos, sem comprovação de procedência, e falsificava produtos e medicamentos de uso controlado, sem qualquer autorização sanitária. Os produtos eram comercializados, oferecendo-os e comercializando a várias pessoas.

Com as informações coletadas, o delegado Marcelo Torhacs representou por mandado de busca e apreensão, que foi cumprido nesta terça-feira.

Durante as diligências, os policiais civis apreenderam em uma casa, no bairro Lixeira, rótulos, embalagens e produtos químicos sem procedência ou comprovação fiscal, demonstrando que o autuado se dedicava à falsificação de produtos para comercialização em academias de Cuiabá e região. A Vigilância Sanitária de Cuiabá esteve no local, após ser acionada pela Polícia Civil.

O investigado tem registros criminais da mesma natureza em outro estado. Ele foi autuado em flagrante delito pelo crime de falsificar medicamentos e produtos terapêuticos, previsto no artigo 273 do Código Penal, delito considerado hediondo cuja pena é de 10 a 15 anos de reclusão.

Leia Também:  Polícia Civil cumpre sete mandados contra autores de furto de celulares em comércio de Barra do Garças

Diante dos antecedentes do autuado e da reiteração de condutas criminosas, os delegados Marcio Moreno Vera e Marcelo Martins Torhacs ofereceram representação pela conversão do flagrante em prisão preventiva.

Fonte: Policia Civil MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍCIA

Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

Publicados

em

Reprodução

A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Polícia Rodoviária Federal realiza ações decisivas no combate ao crime em uma noite de sucesso em Mato Grosso
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA