POLÍCIA
Polícia Rodoviária Federal realiza ações decisivas no combate ao crime em uma noite de sucesso em Mato Grosso
POLÍCIA
No dia 10 de outubro de 2023, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou uma série de ações no município de Alto Garças, no estado de Mato Grosso, resultando em importantes eventos de combate ao crime.
Apreensão de Drogas em Ônibus
No primeiro caso, por volta das 20h10, na BR 364, um ônibus que fazia a linha de Várzea Grande/MT para Aparecida de Goiânia/GO foi abordado. Durante a fiscalização, o cão farejador K9 Rango detectou a presença de entorpecentes em uma caixa de bagagem despachada. Foram encontrados aproximadamente 5,91 kg de pasta base de cocaína dentro de uma evaporadora de ar-condicionado. A ocorrência foi encaminhada para a Polícia Civil de Alto Garças/MT.
Apreensão de Drogas em Veículo de Carga
No segundo caso, por volta das 22h45, uma equipe da PRF realizava fiscalização na BR 364 quando abordou um conjunto veicular de cor branca. Durante a verificação do veículo de carga, o cão farejador Rango indicou a possível presença de substâncias entorpecentes. O motorista admitiu o transporte de 16,478 kg de cocaína, destinados a Minas Gerais. O condutor foi encaminhado à Polícia Civil de Alto Garças/MT por tráfico de drogas.
Cumprimento de Mandado de Prisão em Aberto
Por volta das 21h45, durante uma abordagem a um veículo de transporte coletivo de passageiros, foi identificado que um dos passageiros possuía um mandado de prisão pendente por latrocínio (roubo seguido de morte). O mandado foi emitido em 6 de outubro de 2023, com data de validade até 6 de outubro de 2043. O infrator foi encaminhado à Polícia Civil de Alto Garças/MT para cumprimento do mandado de prisão.
As operações da PRF refletem a determinação em manter a segurança e combater atividades criminosas em Mato Grosso.
Fonte: PRF – MT
POLÍCIA
Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil
A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.
A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.
De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.
Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.
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