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Tudo sobre Werlan Vieira de Moura, o sócio fundador do maior festival de música sertaneja do país

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Desde 2018, a turnê Histórias: O Show do Século tem emocionado o público ao reunir grandes nomes da música sertaneja em um único palco. Com a proposta de celebrar a verdadeira música sertaneja, o espetáculo tem sido um sucesso por onde passa.

Um dos responsáveis por esse movimento é Werlan Vieira de Moura, sócio fundador do maior festival da verdadeira música sertaneja. O festival já teve edições em Belo Horizonte, Brasília, São Paulo e Goiânia, todos em grandes estádios.

A ideia de levar a música sertaneja de raiz aos palcos surgiu da paixão de Werlan pela cultura sertaneja. Em entrevista, ele afirma que “a música sertaneja está em nosso DNA, é parte de nossa história e cultura. É importante preservá-la e levá-la ao público, para que as novas gerações conheçam e apreciem essa arte tão rica e autêntica”.

A turnê Histórias: O Show do Século tem sido um grande sucesso, reunindo artistas renomados como Chitãozinho & Xororó, Zezé di Camargo & Luciano, Daniel, Leonardo, entre outros. O público tem se emocionado com as apresentações e as histórias contadas pelos artistas, que relembram momentos marcantes de suas carreiras e da música sertaneja em geral.

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Além de proporcionar um espetáculo inesquecível para os fãs da música sertaneja, a turnê Histórias: O Show do Século tem contribuído para a valorização e preservação da cultura sertaneja. Werlan Vieira de Moura e sua equipe têm trabalhado para levar o evento a diferentes regiões do país, levando a música sertaneja a novos públicos e mantendo viva essa importante tradição cultural.

Em resumo, a turnê Histórias: O Show do Século tem sido um grande sucesso ao reunir grandes nomes da música sertaneja e contar suas histórias. Além disso, contribui para a valorização e preservação da cultura sertaneja, levando a música a diferentes regiões do país e mantendo viva essa importante tradição.

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Fonte: TOP FAMOSOS

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CURIOSIDADES

Ensino da dança é tema de seminário nacional em Paracuru

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Reflexões sobre os novos paradigmas do ensino da dança na contemporaneidade entram em pauta no Seminário Nacional de Dança de Paracuru, que reunirá, na cidade litorânea do Ceará, localizada a 90 km da capital Fortaleza, profissionais de diversas partes do país, entre artistas, professores, pesquisadores e pensadores dessa arte. O evento acontecerá no Centro Cultural Companhia de Dança de Paracuru, de 13 a 15 de agosto, com debates sobre corpo, tecnologia, presença e diversidade. As atividades são gratuitas e devem ser realizadas diretamente no local.

O Seminário integra a Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), é realizado pelo Governo do Brasil, por meio do Ministério da Cultura, e pela Escola de Dança de Paracuru. Conta com apoio do Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura, e produção da Associação de Bailarinos de Paracuru.

Eixos temáticos

Cinco eixos temáticos vão conduzir as discussões: “Desacelerar como gesto político”, “O corpo como pensamento”, “Tecnologia, poder e corpo”, “Presença, vínculo e política do encontro” e “Corpos diversos, técnicas plurais”. A proposta é tensionar tradição e reinvenção, presença e mediação, corpo e tecnologia, reafirmando o tempo próprio da experiência corporal como espaço de resistência e criação.

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Convidados

O Seminário Nacional de Dança de Paracuru trará à cidade de Paracuru alguns dos mais proeminentes pensadores do ensino da dança no Brasil da atualidade. Entre os convidados confirmados estão nomes de destaque no cenário nacional, como Rousejanny Ferreira (Instituto Federal de Goiás), Robson Lourença (Universidade Anhembi Morumbi), Gilsamara Moura (Universidade Federal da Bahia – UFBA e Festival Internacional de Dança de Araraquara – FIDA), Daniela Amoroso (UFBA), Denise Parra (Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará – ICA/UFC), Ernesto Gadelha (Secult-CE), Isabelle Pitta Rocha (Universidade Federal de Alagoas – UFAL), além das professoras Cláudia Pires e Bilica Léo (Porto Iracema das Artes).

Para o bailarino e professor Flávio Sampaio, fundador da Escola de Dança de Paracuru e coordenador geral do evento, a realização do Seminário surge a partir da ideia de que o ensino da dança insiste em um tempo que não se acelera sem perdas, que não se reduz à lógica da eficiência e que não se resolve na esfera da compreensão intelectual. “O corpo precisa repetir, falhar, insistir. Precisa demorar”, defende. “Interessa-nos menos adaptar a dança ao ritmo do mundo e mais compreender o que a dança resiste em não se tornar. Há, no corpo que aprende, uma inteligência que não se apressa. Há, no gesto que se forma, um tempo que não se negocia”, acrescenta. A questão, segundo Flávio Sampaio, talvez não seja como ensinar mais rápido, mas como seguir ensinando aquilo que só o tempo pode revelar.

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O seminário é uma oportunidade para profissionais e estudantes de dança compartilharem experiências, debates e práticas, contribuindo para a formação de um olhar crítico e contemporâneo sobre a arte da dança.

Sobre a Escola de Dança de Paracuru

Fundada em 2003 por Flávio Sampaio e reconhecida como Ponto de Cultura desde 2020, a Escola de Dança de Paracuru tem como missão formar bailarinos e capacitar profissionais da dança, com foco especial em crianças e jovens das classes populares. Com uma grade curricular de oito anos e mais de 2.400 horas/aula, a escola oferece cursos regulares e livres, promovendo não apenas a técnica, mas também o desenvolvimento humano, a consciência corporal e a reflexão crítica. Além da dança, os alunos têm contato com teatro, música, artes plásticas e história, recebendo uma formação cultural ampla e transformadora.



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