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Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça fala sobre violência doméstica em escolas

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A Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar no âmbito do Judiciário de Mato Grosso (Cemulher) está realizando visitas a escolas estaduais de Cuiabá para falar sobre violência doméstica. A unidade de ensino contemplada na semana passada foi a Escola Cleinia Rosalina de Souza, no Residencial Itamaraty, no Bairro Planalto.
 
O estabelecimento de ensino, do 7º ano do Ensino Fundamental II ao 3º ano do Ensino Médio, com 39 professores, atende em período integral 358 crianças e adolescentes, de 11 a 17 anos. Além das aulas regulares das mais variadas disciplinas relativas aos ciclos de ensino, os estudantes praticam esportes. São 12 modalidades desenvolvidas diariamente intercaladas com os horários de sala de aula.
 
E o assunto colocado na comunidade escolar pelo Cemulher, de acordo com a coordenadora pedagógica, professora Eulália Sandra Zambiasi, foi ao encontro de temas transversais discutidos ao longo do ano letivo. “É bom porque traz informações para nossos jovens, especialmente para que tenham uma visão ampliada”, destacou a coordenadora.
 
A psicóloga Renata Carrelo, do Cemulher, falou sobre a Lei Maria da Penha pontuando como acontece o ciclo de agressão doméstica contra a mulher exemplificando as formas de violência e casos publicados pela mídia. Em sintonia com os alunos que participaram da discussão, a psicóloga possibilitou que alunos e professores falassem sobre violência física, psicológica, sexual, patrimonial e moral.
 
Alex Cavalheiro, um dos 15 professores de Educação Física, parabenizou a iniciativa do Cemulher em levar para a escola a discussão sobre violência. “Muitas vezes as atitudes, comportamentos, de alunos e alunas dão sinais da ação indireta da violência doméstica em que estão vivenciando. Por isso, é importante trazer esses temas para a escola”, disse Cavalheiro.
 
“Na minha casa somos três filhos homens e minha mãe sempre ensina que não podemos praticar violência, principalmente contra a mulher”, sublinhou Estevão da Silva Neto, de 15 nos, 1º ano. “Temos que tratar as pessoas como gostamos de ser tratados. Então, não cabe violência e nem machucar as mulheres”, assegurou Estevão.
 
Rafaelly Karolini de Souza, que também tem 15 anos e é colega de sala de Estevão, classificou como muito importante o projeto do Cemulher. “É um assunto que precisamos esclarecer e ter consciência que é preciso tomar uma posição”, frisou Rafaelly.
 
Renata Carrelo assinalou que a ideia do Cemulher é levar para o publico escolar informações que contribuam para o desenvolvido dos jovens, justamente porque, em muitos casos, a violência está naturalizada nos lares. “E como a escola é o segundo agente socializador, depois da casa, vamos investir na conscientização desses meninos e meninas, até porque a violência não tem distinção da raça, cor e classe social” esclareceu Renata.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagens: Foto 1 – imagem colorida em formato horizontal da psicóloga falando para alunos. Foto 2 – imagem colorida em formato horizontalde aluna lendo folder com informações sobre violência doméstica. Foto 3 – imagem colorida em formato horizontal dos alunos na palestra.
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Caminhoneiro morre após perder controle de carreta e tombar na BR-364

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Um caminhoneiro morreu após um acidente envolvendo uma carreta na BR-364, em Campo Novo do Parecis (a 402 km de Cuiabá).

A ocorrência foi registrada no trecho da rodovia que liga o município a Tangará da Serra. Conforme as informações preliminares, o motorista seguia pela estrada conduzindo uma carreta Scania R 420, que transportava uma carga de fertilizantes agrícolas, quando perdeu o controle do veículo.

Após sair da pista, a carreta tombou às margens da rodovia. O impacto provocou danos na estrutura do veículo e também comprometeu parte da carga transportada.

Equipes de atendimento foram mobilizadas para prestar socorro, mas o caminhoneiro não resistiu aos ferimentos. Ele ficou preso nas ferragens e teve a morte confirmada ainda no local.

A área do acidente foi isolada para a realização da perícia, que deve apontar as possíveis causas da ocorrência. O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde serão realizados os procedimentos de identificação.

As circunstâncias que levaram o motorista a perder o controle da carreta ainda serão apuradas.

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