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Na 18ª edição do programa “Memórias do Poder Judiciário” o entrevistado foi o juiz aposentado Manoel Ribeiro Filho. Natural de Porto Murtinho, Mato Grosso do Sul, o magistrado tem 77 anos e formou-se em Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso. Antes de ingressar na magistratura, foi bancário e advogado. Sua carreira de juiz começou em 1979, jurisdicionando as comarcas de Guiratinga, Diamantino e Cuiabá. Aposentou-se em 1993.


Durante a conversa com a vice-diretora da Escola Superior da Magistratura, Desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, e a jornalista Maritza Fonseca, o juiz Manoel Ribeiro Filho fala de sua juventude em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, da influência do desembargador Leão Neto do Carmo na escolha da profissão e, anos mais tarde, do dilema que viveu ao decidir fazer o concurso para a magistratura.

O magistrado também relembra fatos pitorescos ao chegar em Guiratinga, sua primeira comarca. “O fórum estava dentro da sala de aquecimento dos jogadores, no ginásio de esportes da cidade. Na verdade, não havia fórum. Havia somente um salão com duas escrivaninhas e o gabinete do juiz”, relembra.
 
Diante da dificuldade de o espaço atender sua função fim, a solução foi apelar para uma escola da igreja católica. Sensibilizado com os argumentos de Manoel, Dom Camilo Faresin, bispo diocesano da paróquia, concordou em alugar o imóvel. Mas com a condição de que no final de semana o espaço seria dedicado para a catequese.

O programa Memórias do Poder Judiciário resgata fatos que retratam a história do Poder Judiciário de Mato Grosso por meio dos magistrados que criam, transformam e aperfeiçoam o sistema de Justiça estadual.


Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens: Fotografia retangular e colorida. Na parte superior o logo do Programa Memórias do Poder Judiciário. Na lateral esquerda, a foto do juiz Manoel Ribeiro Filho.

Johnny Marcus
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Coronel Roveri destaca investimentos e redução de crimes durante passagem pela Sesp-MT

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O coronel César Roveri voltou a destacar, nas redes sociais, ações e resultados relacionados ao período em que esteve à frente da Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT).

Em uma publicação no Instagram, Roveri reuniu registros de iniciativas desenvolvidas durante sua gestão e mencionou investimentos no fortalecimento das forças de segurança, uso de tecnologia, integração entre as instituições e estratégias de enfrentamento à criminalidade.

Entre as ações citadas está o programa Vigia Mais MT, que ampliou o uso de câmeras de monitoramento em municípios do Estado. A tecnologia passou a ser utilizada como ferramenta de apoio às forças policiais, além de auxiliar em operações e no monitoramento de áreas estratégicas.

Dados divulgados pela Segurança Pública também apontaram redução em determinados indicadores criminais no período. Em 2024, os roubos de veículos em Mato Grosso registraram queda de 28% em relação ao ano anterior. Os furtos de veículos também apresentaram redução no mesmo intervalo.

Roveri também mencionou investimentos em equipamentos, tecnologia e efetivo como parte das medidas adotadas para reforçar a estrutura da segurança pública estadual.

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Cenário eleitoral

A publicação ocorre em meio à movimentação política do coronel, que é cotado para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026.

Apesar do contexto eleitoral, a publicação analisada concentra-se na divulgação de ações e resultados atribuídos ao período em que Roveri comandou a Sesp-MT.

As informações sobre indicadores criminais e resultados apresentados na reportagem têm como base dados divulgados por órgãos públicos e informações atribuídas ao próprio coronel.

A legislação eleitoral estabelece regras para a divulgação de conteúdos relacionados a candidatos e pré-candidatos. A propaganda eleitoral na internet será permitida a partir de 16 de agosto, conforme o calendário das Eleições 2026. Até o início do período permitido, conteúdos jornalísticos devem manter caráter informativo, sem pedido explícito de votos ou elementos que possam caracterizar propaganda eleitoral antecipada.

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