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PM encerra primeira Copa do Mundo da Escola Grêmio Rotam em Cuiabá

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A Polícia Militar de Mato Grosso, por meio do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), encerrou nesta segunda-feira (12.12), a primeira edição da Copa do Mundo da Escola Grêmio Rotam, em Cuiabá. Ao todo, 170 alunos representaram 18 seleções mundiais em alusão à Copa realizada pela Fifa no Catar. 

Os times foram divididos por faixa etária. Na categoria de 05 a 08 anos, a seleção da Sérvia foi a campeã. Na categoria de 9 a 10 anos, quem levou a melhor foi Camarões. Enquanto na categoria de 11 a 12 anos, a Alemanha foi destaque, entre os jovens de 13 a 16, o Brasil foi o campeão. 

Segundo o coordenador da Escola Grêmio Rotam, sargento PM Juniel Padilha, o projeto, fundado em 2018, conta com a participação de 220 alunos, de 5 a 16 anos, que proporciona um trabalho esportivo e gratuito, instruindo-os e oferecendo aulas teóricas e práticas de fundamentos da modalidade, com treinamento físico, técnico e tático duas vezes por semana, além de palestras motivacionais sobre combate à violência. 

“O projeto esportivo social pretende retirar crianças e adolescentes das ruas, em momentos em que estão ociosas fora de seus horários escolares, para ensinar futebol dentro e fora do campo, onde se pode aprender, além dos fundamentos do esporte, disciplina, respeito e responsabilidade, além de uma formação como cidadão de bem”, afirmou Padilha. 

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O tenente-coronel e comandante da Rotam, André Dorileo, explica que o projeto proporciona a escolha por condutas adequadas em relação às pessoas e ao ambiente vivenciado, com intuito de combater a evasão escolar, a repetência e afastar os jovens da criminalidade. 

“O projeto busca trazer uma oportunidade na vida desses alunos e de seus familiares, tirando a possibilidade de envolvimento com o crime e, por meio do esporte, lhes dar uma possibilidade de poder acessar o mercado do trabalho, ser jogador de futebol, policial militar ou outra profissão em que possam realizar seus sonhos”, ressaltou. 

Para os jovens Pedro Henrique e Nicolas Ferreira, ambos de 12 anos, a Escola Grêmio Rotam é uma ótima porta de entrada para se tornar jogador de futebol. “Eu faço parte do projeto desde 2018 e meu sonho sempre foi ser jogador. Com o projeto, posso treinar, me dedicar e aperfeiçoar minhas habilidades”, contou Pedro. 

Nicolas acrescentou que foi incentivado a entrar para o grêmio por um amigo. “Eu comecei no ano passado e gosto muito de estar aqui, de poder me divertir e treinar. O esporte me motivou a ser melhor na escola e em casa, por exigir disciplina e responsabilidade”, comentou. 
 

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Marckson Francisco, pai de Carlos Daniel, de 14 anos e integrante do projeto, elogiou a iniciativa da Polícia Militar em, mais uma vez, se dedicar a projetos sociais focados na formação de crianças e adolescentes.

“Meu filho iniciou no projeto há 6 meses e tem gostado muito, além de ter melhorado o comportamento em casa e na escola. Só tenho a agradecer à PM por sempre pensar e se dedicar a projetos sociais para crianças e adolescentes, principalmente os que não têm condições de treinar em lugares privados”, finalizou.

O projeto conta com apoio do Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde do Estado, Fundo de Apoio Social Sicredi Ouro Verde, empresa Bom Futuro, Associação dos Sargentos, Subtenentes, Oficiais Administrativos e Especialistas, Ativos e Inativos da PM/BM e Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer. 

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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