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Homem é preso por porte ilegal de arma em Nova Marilândia

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Policiais militares do Batalhão Ambiental prenderam um homem de 43 anos por porte ilegal de arma de fogo, na noite desta quinta-feira (03.11), na zona rural de Nova Marilândia. Com o suspeito, foi apreendido um revólver calibre .22, carregado com sete munições.

Conforme o boletim de ocorrência, por volta de 22h, durante patrulhamento terrestre em uma estrada rural, a equipe do Batalhão Ambiental abordou um veículo Jeep Renegade, conduzido por um homem.

Nada de ilícito foi encontrado com o motorista. Já em busca veicular, os policiais militares lograram êxito em encontrar o revólver calibre .22.

Questionado sobre o armamento, o suspeito revelou que a arma era de sua propriedade, porém não apresentou nenhuma documentação que autorizava o seu porte.

Diante dos fatos, o suspeito recebeu voz de prisão pelo crime e foi levado para a Delegacia de Barra do Bugres, junto com o material apreendido, para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

 

Fonte: PM MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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