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Força-tarefa da Polícia Civil encaminha ao Judiciário inquérito sobre interceptações telefônicas ilegais

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A Polícia Civil, por meio da força-tarefa que apura as interceptações telefônicas ilegais realizadas no Estado de Mato Grosso, conhecida como “Grampolândia Pantaneira”, encaminhou ao Poder Judiciário, nesta sexta-feira (16.12), o inquérito policial nº 02/2017.

O inquérito foi instaurado com o objetivo de apurar fraude no setor de protocolo da Casa Civil, tendo realizado o cancelamento, alteração e sumiço de uma vasta documentação apresentada por promotores à época, que denunciavam todo o esquema criminoso envolvendo captações telefônicas ilícitas, no âmbito do Estado de Mato Grosso, por meio de um escritório clandestino, orquestrado por policiais militares e agentes públicos civis.

Durante as investigações, foi possível constatar os supostos crimes de Inserção de Dados Falsos em Sistemas de Informações (Art. 313-A do CP), Supressão de Documento Público (Art. 305 do CP) e Obstrução à Justiça (Art. 2, § 1º do CP).

Conforme a delegada responsável pelas investigações, Ana Cristina Feldner, os fatos envolvendo a “Grampolândia Pantaneira” foram desmembrados em 7 inquéritos, de sorte que esta Força-Tarefa, mesmo diante do quadrante de complexidade envolvendo cada procedimento, encaminhou para o Poder Judiciário mais um inquérito policial, sem prejuízo de as investigações estarem em adiantada análise quanto aos demais.

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A Coordenadora da Força-Tarefa, Ana Cristina Feldner e os delegados Renato Resende e Romildo Nogueira, agradecem a todos aqueles que laboraram e se encontram trabalhando na “Grampolândia Pantaneira”, sendo todos fundamentais para a devida conclusão deste procedimento criminal.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil prende condenado a 20 anos por estupro de vulnerável em Juara

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A Polícia Civil cumpriu, nesta segunda-feira (01.6), um mandado de prisão decorrente de condenação criminal transitada em julgado contra um homem, de 47 anos, condenado pelos crimes de estupro de vulnerável e estupro, no município de Juara.

A ação integra as atividades da Operação Caminhos Seguros, coordenada nacionalmente com foco na prevenção e repressão à violência praticada contra crianças e adolescentes.

O mandado foi cumprido por policiais civis da Delegacia de Polícia de Juara. O preso é condenado à pena de 20 anos de reclusão em regime fechado, conforme decisão da 3ª Vara Criminal da Comarca de Juara.

O crime ocorreu em uma aldeia indígena em Juara, no ano de 2019. A vítima era enteada do suspeito.

Nesta segunda-feira (01), após diligências, os policiais civis deram cumprimento à ordem judicial no Centro de Juara. O preso está à disposição do Poder Judiciário para audiência de custódia e posterior encaminhamento ao sistema prisional para início do cumprimento da pena.

Segundo o delegado Geremias Ferreira de Oliveira, a prisão representa mais uma ação voltada à proteção da infância e da adolescência.

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“O cumprimento de mandados decorrentes de condenações definitivas garante a efetividade das decisões judiciais e reforça o compromisso da Polícia Civil no enfrentamento aos crimes sexuais praticados contra crianças e adolescentes. A Operação Caminhos Seguros demonstra a atuação integrada das instituições na proteção dos mais vulneráveis”, destacou o Delegado.



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