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Palmeiras só empata com Atlético-GO e vantagem na liderança cai para 10 pontos

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O Palmeiras jogou mal e apenas empatou com o Atlético-GO, em Goiânia, na noite desta segunda-feira (10.10). O placar de 1 a 1 faz com que o Alviverde se mantenha invicto como visitante. A vantagem para o vice-líder do Brasileirão, o Internacional, caiu para dez pontos: 67 a 57. No início da 31ª rodada, a diferença era de 12. 

O Atlético-GO, que briga na parte debaixo da tabela, ganhou um valioso ponto contra o melhor time da competição. Ocupando a 18ª posição, o Dragão soma 29 pontos, quatro a menos que o Ceará, o primeiro time fora da zona da degola.

O zagueiro Murilo, marcou aos 3 minutos do segundo tempo, o time da casa deixou tudo igual com o meia Shaylon, aos 19, no Estádio Antônio Accioly, em Goiânia (GO)– 1 a 1 placar final do duelo. Ainda assim com vantagem considerável na tabela (dez pontos), o Verdão também defendeu uma marca exclusiva sua neste Nacional: é o único visitante invicto do Brasileirão, com nove vitórias e sete empates em 16 jogos fora de seus domínios (nove vitórias e sete empates).

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Aliás, o Palmeiras, que em sua partida mais recente já havia se tornado o dono da maior série invicta de uma mesma edição na era dos pontos corridos do Brasileirão (ou seja, desde 2003), pois, quando venceu o Botafogo no Rio por 3 a 1, pela 29ª rodada, chegou a 15 jogos sem perder, passando a dividir este recorde com o São Paulo de 2006, que também passou sem ser derrotado por 15 vezes seguidas longe de casa. Desta forma, o Palmeiras, hoje indo a 16 duelos sem reveses nesse cenário, passa a ser o novo recordista isolado do Brasileirão de pontos corridos considerando uma única edição.

FICHA TÉCNICA

 ATLÉTICO-GO 1 x 1 PALMEIRAS 

Competição: Campeonato Brasileiro, 31ª rodada 

Local: Estádio Antônio Accioly, em Goiânia 

Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (Fifa/RJ) 

Assistentes: Thiago Henrique Farinha (RJ) e Daniel do Espírito Santo Parro (RJ) 

Gols: Murilo, aos 3′ do 2º tempo (PAL), Shaylon, aos 19′ do 2º 

Cartões Amarelos: Rony, Zé Rafael (PAL); William Maranhão, Edson Fernando e Jorginho (ATL) 

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ATLÉTICO-GO: Renan; Dudu, Wanderson, Gazal e Arthur Henrique (Shaylon); William Maranhão (Raldney), Marlon Freitas, Edson Fernando (Jorginho) e Wellington Rato; Luiz Fernando e Churín (Klaus). Técnico: Eduardo Souza 

PALMEIRAS: Weverton; Marcos Rocha, Gómez, Murilo e Piquerez; Danilo, Zé Rafael e Gustavo Scarpa (Merentiel); Mayke (Wesley), Rony (Navarro) e Dudu (Breno Lopes). Técnico: Abel Ferreira

Fonte: Agência Esporte

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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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